terça-feira, 15 de novembro de 2011

Rancho de Benfica angaria fundos para festival internacional

Evento vai acontecer em Abril de 2012
Cerca de 150 pessoas uniram-se na angariação de fundos para o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo poder, uma vez mais, organizar o Festival Internacional de Folclore do Concelho de Almeirim (FIFCA), que vai decorrer em Abril de 2012. O objectivo é expandir, pela primeira vez, o evento aos concelhos vizinhos. O espectáculo de angariação decorreu a 29 de Outubro, com a colaboração e actuação do Rancho Folclórico de Ribeira de Santarém e com o apoio da Câmara Municipal de Almeirim, representada por José Carlos, vereador da Cultura.
Ricardo Casebre, organizador do festival, referiu que, em tempos de contenção, o Rancho de Benfica "não baixou os braços e o secretariado do festival tem-se desdobrado em reuniões de trabalho e em contactos para tornar possível a realização do evento, com o menor custo possível e com a maior dignidade que o festival deve ter a nível internacional, pois é a imagem do nosso país que está em causa".
O Festival Internacional de Folclore do Concelho de Almeirim foi idealizado pelo Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo que, no Outono de 2007, avançou com a organização de um evento de grande dimensão.

sábado, 30 de julho de 2011



FIFCA2012 - Festival Internacional de Folclore do Concelho de Almeirim - Designado "Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival" É uma ideia concebida pelo Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, só possivel com a parceria na Organização, da Câmara Municipal de Almeirim, Juntas de Freguesias do Concelho (Benfica do Ribatejo, Almeirim, Fazendas de Almeirim, Raposa)e fundamentalmente com a parceria dos Grupos de Folclore do Concelho de Almeirim que se disponibilizam para fazer parte da Organização ( sem eles não teria sentido o trabalho para a realização deste evento, que promove e engrandece o trabalho destas associações na preservação da cultura e das memorias das suas freguesias.
Agradecemos desde já o apoio imprescindível , de todas as instituições do Concelho que apoiam na Logística, desde o simples agricultor que colabora ao grande empresário, ás Empresas locais, e outras instituições como os Bombeiros Voluntários de Almeirim, GNR, Escuteiros à Confraria Gastronómica de Almeirim, a todos os pequenos e grandes patrocinadores, ao nosso Patrocinador Oficial desde a primeira hora Crédito Agrícola, Ribatejo Sul, que acreditou na viabilidade desta Organização e que acompanha toda a Organização. Ao agrupamento de Escolas de Almeirim que promove workshops nas escolas, as Instituições de Solidariedade Social que promovem o encontro da população mais idosa com a alegria das culturas que nos visitam e que partilham momentos de convívio nestas instituições, aos Voluntários que trabalham arduamente e com profissionalismo em todos os sectores da Organização, o agradecimento vai em especial para todos aqueles que trabalham nos bastidores, não assistindo á maioria dos eventos, para que corram na perfeição.
A toda a população do Concelho de Almeirim, que saem a rua para receber os Grupos Internacionais e Nacionais, que assistem ás Galas, aos desfiles e que dão cor e brilho a estes espectáculos que durante 6 dias vão decorrer por todo o Concelho de Almeirim.
A todos o nosso obrigado...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Festival Internacional Danças do Mundo 30 Julho 2011

Danças do Mundo 2011

Site Oficial - PALCOS

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo - Em representação do Ribatejo no dia 30 de Julho de 2011

O “Danças do Mundo”é um festival promovido pela associação CASA DA GAIA – Centro de Cultura Desporto e Recreio de Argoncilhe. Decorre todos anos na 2ª Quinzena de Julho e tem como anfitrião o Grupo Folclórico das Terras da Feira – Casa da Gaia. Constitui um dos eventos de animação turística mais aguardados no Concelho da Feira. É um evento que envolve cerca de 500 participantes. Habitualmente conta com a participação de 7 grupos estrangeiros e 6 grupos nacionais oriundos de diferentes regiões de Portugal. Tem a duração de 12 dias. Durante este período de tempo um número razoável de voluntários sócios e não sócios trabalham arduamente para que tudo corra bem e para que os grupos visitantes vejam o “Danças do Mundo” como um dos melhores festivais pelos quais já passaram. É considerado um dos maiores festivais da zona norte do País. Percorre cerca de 15 freguesias das 31 que constituem o concelho de Santa Maria da Feira e um número razoável de concelhos vizinhos. É visto anualmente por cerca de 25.000 pessoas.
A sua programação é composta por diversas galas como é exemplo a gala de abertura, a gala nacional e a gala internacional, além das pequenas galas que são realizadas pelo concelho de Santa Maria da Feira e concelhos limítrofes. São também realizados ao longo deste período, diversos workshops de dança, jogos tradicionais, festas temáticas e visitas turísticas.
O “Danças do Mundo” é uma mistura de culturas onde predomina a amizade, a alegria e a tradição.

sábado, 16 de abril de 2011

Já está online - WWW.FIFCA2012.ORG

www.fifca2012.org

  Porque a estreia do site só é oficial dia 25 de Abril, grande parte dos conteúdos ainda não estarão
disponíveis, contudo serão os nossos fãs e amigos que nos vão a ajudar a construir o site, também este processo será interactivo assim como o próprio site - para isto utilizem a página "contactos".
 
Amanhã dia 17 Abril, entram as páginas dos apoios e patrocinadores, cada um destes terá uma página dedicada, este espaço pode ser vosso, contactem-nos, a organização do FIFCA promove os seus parceiros!
 
O destaque para hoje são as páginas "FESTIVAL/ORGANIZAÇÃO", "MULTIMÉDIA", ARQUIVO/FOTOS 2010", "MENÇÃO HONROSA" e "CONTACTOS".
 
Também dia 25 de Abril o fifca2012.org estará disponivél na versão optimizada para plataformas móveis e tablets pc.
Obrigado a todos que nos seguem, estejam atentos ás novidades!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Arraial Popular dias 22-23-24-25 de Abril 2011 - Comemorações do 32ª Aniversário da "Associação" RFBR

Arraial Popular dias 22-23-24-25 de Abril 2011 - Comemorações do 32ª Aniversário da "Associação" RFBR
O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, convida todos os seus amigos e conhecidos, a participarem no Arraial Popular, que vai ter lugar nos dias 22-23-24-25 de Abril, no Pólo Sóciocultural de Benfica do Ribatejo... Aproveitamos este Fim de Semana de Páscoa, para assinalar o 32º Aniversário da "Associação"Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Sessão de apresentação do Projecto “(Re)conhecer a riqueza sociocultural de Benfica do Ribatejo”.




Nota de imprensa

A Escola Profissional do Vale do Tejo (EPVT) dinamizou, no passado dia 25 de Março, sessão de apresentação do Projecto “(Re)conhecer a riqueza sociocultural de Benfica do Ribatejo”.

Subordinada ao tema “Viva, sinta e (Re)conheça… Benfica do Ribatejo”, a iniciativa está enquadrada no âmbito da Prova de Aptidão Profissional (PAP) do Curso Técnico de Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade, visando divulgar a Vila de Benfica do Ribatejo, o dinamismo do Rancho Folclórico, a pertinência da criação do Pólo Sociocultural de Benfica do Ribatejo (resultado da parceria diligente entre o Rancho Folclórico e a Família Malfeito Ferreira), bem como a importância da Cultura Avieira para o enriquecimento desta zona ribeirinha.

O evento contou com a participação de vários convidados do concelho de Almeirim, com destaque para as comunicações do Historiador Professor Eurico Henriques; do Presidente do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Ricardo Casebre; da Dra. Helena Malfeito Ferreira, representante da Família Malfeito; da Dra. Susana Costa, autora do Estudo “Os Avieiros de Benfica do Ribatejo, no Concelho de Almeirim”; encerrando com o testemunho autêntico e carismático de Maria Elias Vieira, exemplo genuíno do património intangível das famílias Avieiras de Benfica do Ribatejo.

A complementar a apresentação do painel, moderado pela Directora Pedagógica da Escola Profissional do Vale do Tejo, Dra. Manuela Baião, foi proporcionada demonstração vigorosa do Fandango Ribatejano por Gustavo Pimentel e Ricardo Casebre, elementos do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.

A decoração do espaço do Auditório da EPVT foi enriquecida com objectos cedidos pelo Pólo Sociocultural de Benfica do Ribatejo, garrafas de vinho da região (fornecidas pela Adega Cooperativa de Benfica do Ribatejo), registo fotográfico e ainda produtos de merchandising - Agenda Cultural e Canetas – propostas criadas pelas alunas Joana Vieira, Mariana Costa e Marisa Tomaz, proponentes deste projecto, para divulgação e promoção do Pólo Sociocultural de Benfica do Ribatejo.

Com a conjugação entre as palavras proferidas, as imagens e objectos expostos e o remate final do som e o ritmo do Fandango Ribatejo, foi possível partilhar a saudável dinâmica que caracteriza a acção do, ainda recente mas bem activo, Pólo Sociocultural de Benfica do Ribatejo.


As alunas agradecem o empenho, colaboração, esforço e dedicação da equipa, alunos e professores, que constitui a turma do 12º. Ano do Curso Técnico de Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade, na concretização desta actividade. 



terça-feira, 29 de março de 2011

Quem quer dançar num rancho tem que esconder tatuagens e não pode usar piercings

O Mirante - Diário OnlineO Mirante - Diário Online

A representação de outra época deve ser a mais fidedigna possível nos ranchos folclóricos. Cabelos compridos nos homens ou unhas pintadas nas mulheres são outras das restrições impostas quando se enverga o traje.


Sempre que tem uma actuação com o seu Grupo de Danças e Cantares da Chamusca e do Ribatejo, Luísa Garrido tem que remover o verniz das unhas que habitualmente estão pintadas. A tatuagem é fácil de esconder porque está na barriga, mas quem as tiver num local mais exposto têm que as tapar. Quando lhe apetece fumar um cigarro, a escriturária retira-se para um local mais escondido e mata o vício sem ninguém ver.

As regras para os ranchos folclóricos que integram a Federação de Folclore Português (FFP) são rigorosas e são para cumprir. Enquanto estão trajados, os elementos dos agrupamentos folclóricos não podem ter piercings, pinturas, tatuagens, óculos de sol, relógios de pulso. Brincos, colares e pulseiras só em ouro, a imitar o antigo.

O presidente do Festival de Folclore Celestino Graça, Ludgero Mendes, explica que o objectivo é que a imagem que um grupo folclórico transmite, quando está em cima de um palco ou numa apresentação pública, seja tão fidedigna “quanto possível” relativamente ao que seria a imagem real da época representada. “O folclore constitui a matriz identitária de um povo”, explica o também vereador na Câmara de Santarém.


No Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja as regras também são cumpridas à risca. Joaquim Amendoeira, ensaiador do grupo, anda “sempre em cima deles” para lembrar os mais esquecidos dos seus “deveres”. As raparigas não podem ter as unhas pintadas e os rapazes não podem ter o cabelo muito comprido. “Um deles anda agora com o cabelo comprido demais. Já o chamei à atenção várias vezes durante os ensaios que tem que cortar o cabelo, mas ele anda a fugir. Diz que o tapa com o barrete”, conta o ensaiador que é um defensor “acérrimo” das regras do folclore. “É importante que haja rigor porque estamos a transmitir o que se fazia antigamente. Somos como um museu ao vivo”, acrescenta.


Todos concordam que é importante manter as regras para preservar a tradição que o folclore representa. Segundo Ludgero Mendes, o distrito de Santarém tem aproximadamente uma centena de agrupamentos folclóricos sendo que cerca de 35 integram a FFP. Os grupos só integram a federação se obtiverem um parecer favorável do conselho técnico da FFP. A partir do momento em que passam a fazer parte da federação os ranchos são acompanhados regularmente por esse conselho técnico. “O parecer favorável do conselho técnico depende do nível de representatividade etnográfica e folclórica representativa da época e região representada”, explica Ludgero Mendes.

Luísa Garrido concorda que as regras sejam rigorosas e sejam cumpridas por todos. Na sua opinião a tradição da época que cada rancho representa deve ser cumprida. Joaquim Amendoeira tem orgulho no seu rancho folclórico afirmando que o considera “especial” tendo em conta o rigor com que se apresentam.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Sitio Oficial

Aqui vai o sítio do festival na net.http://www.sagradelmandorlo.net/
 Locais onde vamos dançar!




Teatro Pirandello





Palaforum

Rancho F.de Benfica do Ribatejo,representa Portugal na 66°Edizione"Sagra del Mandorlo in Fiore

Rancho F.de Benfica do Ribatejo,representa Portugal na 66°Edizione"Sagra del Mandorlo in Fiore"56° Festival Internazionale Folclore 4 al 13 febbraio",na ilha da Sicila - Itália,a convite da Organização do Festival,depois de em 1996 ter participado pela 1ª vez,o regresso agora em 2011.Mais uma vez Portugal e a região do Ribatejo e Concelho de Almeirim, marcam presença num prestigiado evento Internacional.
http://www.comunicalo.it/index.php?option=com_content&view=article&id=7782:agrigento-ecco-il-programma-della-sagra-del-mandoorlo-in-fiore&catid=64:iniziative-e-manifestazioni&Itemid = 29



 Grupos Participantes 66 ª edição



Grécia
Rússia
Portugal
Sérvia
Colômbia
Bulgária
Geórgia
Itália
Biellorussia
Coreia
Moldávia
Roménia
Lituânia
Turquia

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Foi aprovado, por unanimidade, a proposta de ratificação da adesão do município ao projecto da Cultura Avieira.
O RFBR congratula-se, por esta decisão importante, para o Concelho de Almeirim, mas em especial para a Vila de Benfica do Ribatejo.

Reunião de Câmara.15-11-2010 " Deliberações:
*Foi aprovado, por unanimidade, a proposta de ratificação da adesão do município ao projecto da Cultura Avieira.
Para quem não sabe, Benfica do Rib...atejo, através do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo é parceiro da CMA e da JF de Benfica do Ribatejo, no projecto da Candidatura Avieira a Património Nacional, englobando a recuperação das aldeias avieiras das Faias e dos Cucos em Benfica do Ribatejo, esta adesão abre definitivamente o caminho para a realização deste projecto. Parabéns pela coragem e visão de futuro.


Rancho de Benfica do Ribatejo, Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros na Criação da Rota Avieira

Rota Turística vai ligar Vila Franca à Golegã pelo rio Tejo

O projecto de criação de uma rota turística com base no rio Tejo, apresentado pelos promotores da elevação da cultura avieira a património nacional, foi aceite pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), estando em avaliação.


João Serrano, da Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), uma das instituições envolvidas no processo, disse hoje que o projecto tem um investimento estimado de 27 milhões de euros, envolvendo 39 instituições de todo o país.


O objectivo é desenvolver uma rota turística com base no rio Tejo, ligando a Marina do Parque das Nações à Golegã por vias fluvial, rodoviária e aérea, afirmou.


Para garantir esta acessibilidade, o projecto integra dois aeródromos, o de Santarém e o de Benavente, este com um percurso em dois aviões anfíbios que ligará a Marina do Parque das Nações às aldeias avieiras, disse.


O projecto prevê a recuperação das aldeias avieiras (que acolheram as populações migrantes, sobretudo da Vieira de Leiria, que, nas primeiras décadas do século XX, procuraram no Tejo a subsistência que o mar não lhes dava) desde a Azambuja até à Golegã.
Uma das componentes do projecto é a reconstrução de raiz das aldeias das Faias (em Benfica do Ribatejo, Almeirim), Palhota (Cartaxo), Barreira da Bica (Vale de Figueira, Santarém) e Caneiras (Santarém) e a recuperação de algumas casas palafitas no núcleo da Azinhaga (Golegã) e Azambuja, disse João Serrano.

Do consórcio que assina o projecto fazem parte 18 empresas e investidores, as Universidades de Aveiro e Évora, os Institutos Politécnicos de Santarém e Tomar, o Instituto de Arte, Design e Marketing de Lisboa e o Instituto Hidrográfico, além da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) e sete câmaras municipais.


Estão ainda envolvidas as paróquias de Vale de Figueira, que quer ver recuperado o altar e a talha, do início do século XVIII, da sua igreja, e a de S. Vicente do Paul (ambas do concelho de Santarém), que tem já em curso um investimento para acolhimento de caminheiros da Rota Mariana que quer alargar ao turismo.


O projecto insere-se no esforço para elevar a candidatura avieira a património nacional, um processo que, segundo João Serrano, este ano passará pela realização de diversas iniciativas que visam dar visibilidade à cultura avieira, como a peça de teatro que está em cena no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e que tem esgotado a sala.


Segundo disse, actualmente estão em curso 16 estudos, o primeiro dos quais a ser publicado até ao final de Março abordando a questão da religiosidade popular avieira, que vão fundamentar a candidatura a património nacional.


Estes estudos, antropológicos, etnográficos e sociológicos, vão acompanhar a evolução da candidatura nos próximos três anos, adiantou.


Os promotores da candidatura avieira aguardam ainda resposta do ministro da Cultura a um pedido de audiência, já que fazem questão de lhe apresentarem o projecto, acrescentou.


Para Novembro está a ser preparado o I Congresso Nacional da Cultura Avieira, onde será feito o ponto de situação da candidatura e apresentados os resultados de alguns estudos.


Primeiros passos foram dados para a Recuperação da Vila Avieira de Benfica do Ribatejo na Zona das Oliveirinhas, Faias e Cucos.




Por iniciativa do Departamento do Estudo Sócio Cultural (Secção Cultural)do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, foi proposta uma parceria com a Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo antigos proprietários e descendentes, para que com a ajuda destas entidades e o voluntariado das Associações RFBR e Escuteiros , se desse inicio á recuperação do valioso património ainda existente nas margens do Rio Tejo em toda a amplitude das terras que fazem frente ao tejo com a Vila de Benfica do Ribatejo.




Esta proposta pretende recuperar e preservar um valioso património cultural da Vila de Benfica do Ribatejo,que tem uma grande descendência de familias Avieiras,que se deslocaram da Vieira de Leiria e se estabeleceram nas margens do Tejo procurando o seu sustento no Rio, quando o mar deixou de ser a unica opcção para estas gentes do mar.



Com esta iniciativa pretende-se alertar as entidades oficiais, para a importância de iniciar este projecto, criando condições para vir a nascer um importante ponto Turistico e de desenvolvimento para o Concelho e em especial para a Vila de Benfica do Ribatejo, aproveitando as condições naturais oferecidas pela sua localização.

Esta proposta nasce pelo facto do RFBR ser neste momento parceiro na tarefa de propor A Cultura Avieira a Património Nacional,projecto a ser desenvolvido pela Associação A.I.D.I.A (Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça),sendo que alguns estudos e recolhas orais e fotográficas obtidas pelo Secção Cultural do Rancho F de Benfica do Ribatejo vão ser incluidas num livro, que está a ser cuidadosamente preparado,por dois Srs de grande dimensão cultural,Sr.João Monteiro Serrano e pelo Dr. Aurélio Lopes a editar pelas Edições COSMOS num estudo sobre a Cultura Avieira na nossa Região.
Visita in loco pelo Sr.João Monteiro Serrano Investigador e Responsável da Associação A.I.D.I.A
Visita ao Local e inicio da intervenção do Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, junto de proprietários para 1ªavaliação do trabalho a desenvolver.

Acta que prova o Inicio deste Projecto

Resumo da reunião entre o Sr. Amândio Freitas, Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo; Ricardo Casebre, do rancho folclórico de Benfica do Ribatejo e João Serrano, da AIDIA

Local: Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo

20/03/2007

Conclusões:

1. Objectivo da reunião: dar a conhecer a ideia de projecto de candidatura da cultura Avieira a património nacional.

2. Foi feito o ponto de situação dos contactos até agora mantidos e dos convites feitos para arranque do projecto.

3. Foi apresentado o resumo da reunião de trabalho na Palhota: nomear uma comissão de trabalho, de carácter provisório, constituída para dinamizar o arranque do projecto, até à criação da comissão dinamizadora definitiva.

4. Foi abordada a possibilidade da ligação do projecto às Escolas.

5. Avaliada a possibilidade de participação da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo e da Câmara Municipal de Almeirim nos trabalhos de candidatura.

6. Foi vista a necessidade de se elaborar um memorando com as ideias para a recuperação e valorização do património cultural dos Avieiros de Benfica do Ribatejo, nomeadamente:

i. Recuperação da ponte e do caminho municipal que dão acesso à aldeia Avieira de Benfica do Ribatejo.

ii. Recuperação das casas Avieiras que ainda existem e de reconstrução das que foram destruídas.

iii. Estudo da cultura Avieira local.

iv. Elaboração de um Plano de Pormenor para a recuperação da aldeia e do meio envolvente.
.
v. Inclusão do projecto na dinâmica de desenvolvimento local.

7. Sugeriu-se a possibilidade da integração das ideias num plano de pormenor, para efeitos de candidatura e de participação no projecto global.

8. Sugerido o contacto com a Câmara Municipal de Almeirim para apresentar a ideia de projecto.

9. Foi vista a possibilidade de uma exposição temática de fotografia, a partir do portfólio já existente sobre os Avieiros de Benfica do Ribatejo, assim como um trabalho de pesquisa sobre o mesmo tema, para ser publicado em forma de livro.

10. O representante da AIDIA responsabilizou-se pela elaboração da acta e pelo seu envio pela Internet para os participantes.

11. Será também encaminhada a acta com as conclusões da reunião na aldeia da Palhota



Benfica do Ribatejo e Alpiarça, 20 de Março de 2007

juntabenfica@clix.pt
joaoserrano@mail.pt
ricardocasebre@hotmail.com
PROJECTO: DESENVOLVIMENTO DA CULTURA AVIEIRA

Reunião na aldeia Avieira da Palhota

16 Presenças de acordo com a lista anexa

10/03/2007, às 14,30 horas

Conclusões específicas:

1. Foi feita a apresentação da ideia de projecto de desenvolvimento da cultura Avieira, de acordo com o documento anexo

2. Sugeriu-se a necessidade de definir o que é passível de ser considerado importante para o projecto de desenvolvimento em termos de oferta cultural

3. Humberto Vasconcelos, da Assoc. Palhota Viva (APV): aproveitar a geminação do Escaroupim com Vieira de Leiria para propor uma confraria Avieira; tentar o acesso ao Dr. Luís Marques, administrador dos arquivos da RTP para ter acesso aos documentos sobre os Avieiros. Esta questão remete para a proposta de se convidar a RTP para ser um dos parceiros do projecto

4. Leonel Lúcio, da APV: no estudo dos núcleos Avieiros, deve ter-se em conta que eles existem também em Alcácer do Sal e na foz do Sado

5. Leonel Garcia, da Cooperativa Alves Redol: concorda com a proposta apresentada, de desenvolvimento da cultura Avieira. Sugere que o estudo da cultura Avieira, possivelmente a ser feito pelo Instituto Politécnico de Santarém tenha uma perspectiva de integração das várias componentes daquela cultura. Sugere que cada interveniente, na fase imediatamente após esta reunião, encontre a forma de cooperar para a realização do projecto de candidatura. Empenhar-se-à para que a proposta se concretize. Por fim fez uma apresentação dos valores culturais de Vila Franca de Xira, nomeadamente sobre os Avieiros, Varinos e os Campinos e propôs que, no estudo, se possa vir a traduzir a riqueza das relações sociais entre eles

6. Paulo Vicente, da Junta de Freguesia de Vieira de Leiria: na Vieira não existe, da parte dos locais, a memória tão viva das raízes, como entre os Avieiros do Tejo, nas aldeias Avieiras. O projecto tem razão de ser, como continuidade do trabalho que se tem desenvolvido, em alguns lugares como Salvaterra de Magos, e ao longo dos tempos. O projecto tem condições para afirmar a identidade cultural dos Avieiros, no contexto nacional e europeu. As escolas de alguns pontos do País têm mostrado interesse em divulgar a cultura Avieira junto dos alunos.
Em termos organizativos: a Vieira está distante do Tejo; há necessidade de centrar a dinâmica do projecto na região que o rio atravessa; por isso, defende que a organização se centre nas instituições dessa região; no entanto, a Vieira está disponível para fazer parte dessa organização.
Para dar consistência ao projecto, deve propor-se às instituições que se associem e que o dinamizem. As Câmaras Municipais têm que encontrar as formas de promover a cultura Avieira, transformando-a num projecto de desenvolvimento regional. Algumas delas estão despertas para esta problemática e podem agora aproveitar esta iniciativa, incorporando-a nos seus projectos locais e integrando-os

7. João Oliveira, da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos: considerou importante, para o objectivo deste projecto, a geminação de Salvaterra com Vieira, quer por causa das iniciativas comuns, quer por causa da partilha de recursos, dando como exemplo a cedência de materiais por parte de Vieira, que vieram valorizar agora a iniciativa do “mês da enguia” em Salvaterra.
Deve agora passar-se de contactos bi ou trilaterais para uma acção numa escala alargada, com maior partilha de recursos e respectivo aproveitamento sinergético integrado.
Deve por isso trabalhar-se num projecto de candidatura, de uma forma organizada, centrada na região Avieira do Tejo, dada a maior identidade cultural Avieira aqui existente
Pode pensar-se num Encontro Nacional, como ponto de chegada do trabalho já feito e a partilhar com os participantes, e também como ponto de partida para um projecto integrado
Particularmente importante parece ser a questão da Rota Avieira, devendo dar-se-lhe sentido com as autarquias, desde que estejam interessadas no processo – podendo ser considerado como um projecto de identidade cultural do Ribatejo (entendendo-se que este não é só gastronomia, lezíria, campinos e touros), sendo a ligação ao rio um factor cada vez mais importante de identidade e de afirmação regional
Devem continuar-se os contactos para se chegar à primeira reunião formal, avaliando-se até lá qual deverá ser a participação de cada entidade para a concretização do projecto, não se esquecendo a componente fundamental de ligação às Escolas, por via do Ministério da Educação, da Direcção Regional da Educação, das Escolas e das Autarquias

8. Pedro Santos, da Associação Palhota Viva (APV): A cultura Avieira estende-se até ao Sado e o estudo proposto deve considerar essa geografia humana. Da parte da APV há documentação, estudos, fotos, filmes e materiais da pesca Avieira, que podem disponibilizar para o projecto, no sentido da sua integração com as ideias das outras instituições
Deve tentar encontrar-se uma entidade que coordene, integre e possa gerir o que já existe em cada uma das Associações que participem no projecto. O núcleo organizador que vier a constituir-se deve fazer o levantamento do que cada Associação pode vir a contribuir para o projecto

9. Francisco Marmelo, do Rancho Folcl. de Benfica do Ribatejo: em Benfica - nas zonas das Oliveirinhas, dos Cucos e das Faias - há muito interesse da parte dos Avieiros lá residentes em recuperar as suas antigas casas, mas integrando essa recuperação no projecto
Cada comunidade e cada autarquia pode ter interesse em recuperar o património, mas na perspectiva da sua inclusão no projecto, por forma a torná-lo integrado, incluindo-se no património os cantares e dançares do folclore dos Avieiros de Benfica do Ribatejo

10. Luís Gaspar, da Câmara Municipal do Cartaxo: Para se considerar o envolvimento dos Avieiros neste projecto, deve avaliar-se se as suas actividades económicas são viáveis, como a piscatória, e se outras actividades, como o turismo, podem trazer novas perspectivas de vida para alguns Avieiros. Devem recuperar-se as aldeias? Deve promover-se o ecoturismo? Deve considerar-se como viável a promoção da economia local das aldeias? Estas questões são colocadas para suscitar a atenção para o problema da sustentabilidade das ideias a incluir no projecto
Deve promover-se o contacto com ecoaldeias para se conhecer como se promoveram e são geridas, tendo em vista integrar o projecto da Palhota no conceito de sustentabilidade, nele podendo vir a incluir-se a educação para o meio ambiente e a educação para a ciência
Tem-se mantido contactos com a Universidade de Évora e com a Universidade Fernando Pessoa, no Porto, no sentido de promover a participação dos alunos dessas duas instituições, jovens em final de curso, por se considerar que podem contribuir de uma forma importante para o projecto da Palhota e, por que não?, para este projecto de desenvolvimento da cultura Avieira

11. Maria José Pagarete, vice-presidente do Instituto Politécnico de Santarém (IPS): salientou a importância da participação das autarquias para o sucesso do projecto, no sentido de integrar a ligação das localidades envolvidas a nível regional. Concorda por isso com um encontro regional de todos os interessados no projecto, revelando que o IPS pode vir a ser uma das instituições anfitriãs, de acolhimento do projecto, ou mesmo o seu polo aglutinador
A componente ambiental do projecto também faz parte das preocupações do IPS, interessando-lhe o seu tratamento, dada a sua importância quer para a instituição quer para a região
No Centro de Estudos do IPS pode aglutinar-se as componentes do trabalho que se possam considerar como integrando o âmbito da sua acção. O Centro tem meios em termos de investigadores, assim como de suportes físicos de design, impressão e edição, que podem ser rentabilizados a favor da concretização do projecto, de acordo com a formatação que este vier a ter. Podem ser contactados professores e alunos para colaborar no estudo global da cultura Avieira
A Sra. presidente do IPS já contactou com a CCDR sobre este projecto. Foi informada que está em aberto o estudo da forma como a CCDR poderá cooperar com as instituições

12. Luís Barbosa, professor na Universidade de Évora e director do Centro de Estudos da AIDIA: Verifica-se que há um conjunto de acções que são passíveis de ser realizadas. Os trabalhos prioritários podem ser, por esta ordem:

i. realização do estudo interdisciplinar sobre a cultura Avieira

ii. concretização do Encontro Nacional

iii. candidatura da cultura Avieira a património nacional

Deve ser criada uma estrutura de dinamização
A Universidade de Évora pode estar interessada em participar nos trabalhos de pesquisa e de desenvolvimento do projecto se assim se considerar como vantajoso para as instituições e as pessoas envolvidas
A candidatura deve ser preocupação prioritária e imediata

13. Aurélio Lopes, antropólogo, professor e membro do Centro de Estudos da AIDIA: colocou a questão de saber até que ponto é que a cultura Avieira é sustentada. As culturas são mutáveis, podem por isso desenvolver-se ou não. Mas é possível que, no processo de desenvolvimento, criem condições para a sua própria sustentabilidade. Quais são aqui os factores que a podem gerar?: o rio, a actividade da pesca e as aldeias
Com este projecto pode vir a conhecer-se melhor a cultura Avieira; podem criar-se condições para que a mudança possa corresponder a um não-esquecimento, promovendo a memória dos Avieiros.
Há produtos a considerar para a promoção da economia dos Avieiros, como a pesca e o turismo
Qual deve ser o pivô do projecto? O conjunto das Câmaras Municipais, mais um conjunto pequeno de pessoas e de instituições que promovam e dinamizem o projecto, devendo ter-se em conta a necessidade de se dispor de condições para a sustentabilidade do projecto, tanto do ponto de vista financeiro, como anímico e cultural
Daí ser necessário e urgente criar-se, com prioridade, uma estrutura organizativa, voltada para as questões práticas

14. Conclusões finais:

i. Foi feito o resumo deste primeiro encontro

ii. As suas conclusões serão passadas a escrito e enviadas para todos os participantes

iii. Devem também ser enviadas para aqueles que, tendo sido convidados, apresentaram na altura do convite as razões para a sua ausência e o seu interesse em ficarem ligados ao projecto

iv. Solicitou-se que a redacção fosse avaliada e que os erros ou omissões detectadas fossem transmitidas ao redactor para serem corrigidos e reenviados

v. Deve dar-se prioridade aos contactos com todas as instituições que constam do documento de proposta de desenvolvimento da cultura Avieira, entregue a todos os participantes, tendo em vista a marcação da 1ª reunião institucional

vi. Deve encontrar-se uma data, no mês de Abril de 2007, para se propor essa reunião

vii. As entidades que dinamizarão esta fase de contactos para concretizar essa reunião serão o IPS, a AIDIA, a APV, a Câmara de Salvaterra, a Coop. Alves Redol e a JF de Vieira de Leiria

Aldeia da Palhota e Alpiarça, 10 de Março de 2007

AIDIA – Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça


Post por Ricardo Casebre

Complemento Noticia Jornal Mirante on line

8 Ago 2007, 11:40h
Marina do Parque das Nações apoia candidatura a património da cultura avieira

A Associação Náutica da Marina do Parque das Nações (ANMPN) está a apoiar a candidatura da cultura avieira a património nacional, para promover o turismo no estuário do rio Tejo, afirmou hoje o presidente.


Paulo Andrade disse à Agência Lusa que a candidatura, a realizar em 2009, da cultura avieira como património nacional foi iniciada pela Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), em colaboração com a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Santarém (ESES/IPS).


Para o responsável pela ANMPN, a "luta pela reabilitação da marina do Parque das Nações" passa pela preservação e divulgação de "sítios espectaculares, desconhecidos da maior parte das pessoas" através do "turismo náutico", mas também "a cultura e gastronomia das populações ribeirinhas".


Segundo o presidente da ANMPN, a exposição na última edição da Nauticampo com imagens captadas a partir de veleiros "até Valada", no concelho do Cartaxo, comprovou isso mesmo: "as pessoas nem acreditavam que fosse em Portugal".


O "sonho" já "recolheu diversos apoios" que fazem Paulo Andrade confiar na revitalização do estuário do rio Tejo, apontando como necessária a construção de "casas simples" para a pernoita dos velejadores e "de uma rede de poitas, que são blocos de cimento com dez toneladas com meia dúzia de bóias à superfície", para "segurar os veleiros".