sábado, 24 de Outubro de 2009

Foram esta noite, eleitos os novos Corpos Sociais do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, tendo sido votada a unica lista apresentada a sufrágio,


LISTA A
TRIÉNIO 2009 / 2012

ASSEMBLEIA GERAL

PRESIDENTE – MARIA LEOPOLDINA SANTOS BRANCO
1º SECRETÁRIO SÉRGIO PAULO BRAULINO BAPTISTA
2º SECRETÁRIO SUSANA ISABEL LOPES FREDERICO

DIRECÇÃO
PRESIDENTE – RICARDO MANUEL DA FONSECA CASEBRE
SECRETÁRIA – IRENE LUCAS SEQUEIRA
TESOUREIRO – BELMIRA MARIA RABITA VIEIRA SIMÕES
VOGAL – ALCIDES JESUS DOS SANTOS
VOGAL – PALMIRA MARIA SIMÕES PINTO
1º SUPLENTE - CARLOS ALBERTO EVARISTO PEREIRA SIMÕES VIEIRA
2º SUPLENTE – MÁRIO JOÃO LUCAS CAETANO

CONSELHO FISCAL
PRESIDENTE – ANA FILIPA EVARISTO DOMINGOS
SECRETÁRIO – EMANUEL MARINO FERREIRA MOURA
RELATOR- MANUEL PEREIRA CALISTO BAPTISTA


23/10/2009

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Secretariado do Festival Internacional, inicia trabalhos em Novembro

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

INFORMAÇÃO / CONVITE

INFORMAÇÃO / CONVITE

A Direcção do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, na sequência do seu plano de actividades, e tendo em vista o planeamento dos novos objectivos a concretizar em 2010, tendo como prioridades a organização de várias actividades culturais.

- Criação do Museu da Vila em parceria com a Junta de Freguesia

- Criação da Aldeia Avieira das Faias em Benfica do Ribatejo.

- Candidatura Cultura Avieira a Património Nacional, sendo parceiro desta
iniciativa

- Preservação da recolhas dos Pescadores do Tejo de Benfica do Ribatejo em parceria
com a Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo.

- Organização da 2ª Edição do Festival Internacional de Folclore no Concelho de
Almeirim.

- Digressão Internacional.

No planeamento deste projecto ambicioso e para que seja concretizado com sucesso,decidimos convidar todos os interessados em colaborar na execução destes eventos.

Passamos a Informar e Convidar todos os interessados, em fazerem parte do RFBR, e que se revejam neste projecto, que se encontram abertas vagas, para o Rancho Adulto, e Infantil,(logo que os elementos seleccionados, atinjam as condições exigidas, para integrar ambos os Grupos Adulto/Infantil, no activo).

Ensaios de captação para:

VOCALISTAS (Homem e Mulher)

TOCATA - (todos os instrumentos)

Dançarinos (Homens e Mulheres)

e crianças dos 4 aos 12 para o Rancho Infantil


Devem comparecer, nos ensaios de captação, que se realizam todas as 6ª Feiras, (Horário Verão) a partir das 22h.(Horário Inverno 21h), na Associação Cultural em Benfica do Ribatejo.

Nota: Estão abertas as inscrições para a participação de voluntários no Festival Internacional - Guias / Logística / Animação.

Para mais informações :
Contacte 243 580 786 ou 919423928

Email: RicardoCasebre@hotmail.com

http://ranchobenficaribatejo.blogspot.com/

http://www.ranchobenficaribatejo.blogspot.com/

http://benficadoribatejointernationalfolkdancefestival.wordpress.com/secretariado-do-festival-lanca-novo-blog/


Atentamente

Ricardo Casebre
Presidente do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Rancho de Benfica nas festas em Tapada


O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo vai estar este domingo, dia 5 de Julho a dançar na aldeia da Tapada.
As festas em horna do mártir São Sebastião têm este ano o grande propósito de angariar fundos para a construção da Capela da Aldeia.
A festa começa na sexta e termina domingo à noite com a jovem fazendense Sara Madeira. O início do serão, a partir das 21h30, está reservado para o Rancho de Benfica que com todo o gosto se deslocará à aldeia vizinha da Tapada.

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Apresentação do Livro "Benfica do Ribatejo A Sua História Nas Memórias De Um Benfiquense" - Amândio Gomes Branco

Livro "Benfica do Ribatejo A Sua História Nas Memórias De Um Benfiquense" - Amândio Gomes Branco

Amândio Gomes Branco, um ilustre Benfiquense, um homem da Cultura,

Fundador do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, seu Director durante várias Décadas, seu Apresentador em centenas e centenas de actuações, em Portugal e no Estrangeiro, apresenta-nos e delega-nos nas suas memórias agora editadas neste valioso livro, um enorme legado para a nossa geração e gerações futuras.


Benfica do Ribatejo , deve-lhe muito... Obrigado Sr. Amândio Gomes Branco pela sua força e preserverança na defesa da nossa identidade cultural.

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Na abertura das Festas da Cidade




Coube ao nosso Rancho, ser o primeiro a subir ao palco 2, palco reservado ao folclore durante as Festas da Cidade de Almeirim.
Com a inauguração a decorrer e o Executivo Camarário a visitar cada um dos expositores da Feira das Actividades Económicas, o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo desfilou das tasquinhas ao palco e com um repertório marcado pela variedade e qualidade dignificou a sua freguesia, Benfica do Ribatejo.

quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Cine Teatro de Almeirim repleto para assistir ao Espectáculo Nas Margens do Rio Tejo

Nas margens do rio Tejo - à espera da maré-cheia, no mar do esquecimento” foi o tema do Sarau com o qual o Círculo Cultural Scalabitano comemorou o seu 54.º aniversário, nos últimos meses de 2008. O sucesso do espectáculo e a crítica muito favorável do público obrigou à reposição do evento agora em Maio, em Santarém no Teatro Sá da Bandeira a 10 de Maio e no Cine-Teatro de Almeirim a 30 de Maio.






O Público do concelho encheu por completo o Cine Teatro, tendo sido muito gratificante verificar o entusiasmo do público no final do espectáculo.

sexta-feira, 22 de Maio de 2009

A paixão pelo folclore in Jornal O Mirante



In Mirante On Line :

http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=392&id=53911&idSeccao=5928&Action=noticia

quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, participou e animou a recepção aos convidados do IV Capítulo Gastronómico





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Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, participou e animou a recepção aos convidados do IV Capítulo Gastronómico que juntou 41 confrarias no Cine Teatro em Almeirim.
A recepção aos membros das outras confrarias convidadas foi realizada ás 9h30, no jardim da República, em Almeirim, onde foi servido um cocktail de boas vindas.

A confraria gastronómica de Almeirim realizou o seu Quarto Capítulo no passado domingo, 17 de Maio, numa cerimónia que serviu para entronizar novos confrades de honra. Como confrades efectivos, com direito a usar o traje oficial, o colar e a insígnia, foram entronizados Luís Gonçalves e Hugo Martins. Durante a cerimónia, todos os novos membros provaram a sopa da pedra, um copo de branco e juraram defender e divulgar os propósitos da Confraria Gastronómica de Almeirim, fundada a 14 de Maio de 2004.

Jamila Madeira Eurodeputada do Parlamento Europeu,o enólogo da Adega Cooperativa de Almeirim , Adega Cooperativa de Benfica do Ribatejo e Gouxa.
Dr Rosa do Céu Presidente da Região de Turismo Lisboa e Vale do tejo
e o músico Custódio Castelo juntaram-se aos restantes confrades de honra já entronizados nos anos anteriores. Fundada a 14 de Maio de 2004, com o objectivo de preservar e divulgar o património gastronómico do concelho de Almeirim.

A cerimónia realizou-se no cine-teatro de Almeirim, onde marcaram presença 215 convidados e representantes das 41 confrarias gastronómicas vindas de todo o país, Madeira e Açores.Num dos momentos de animação, Custódio Castelo realizou um solo com a sua guitara, os alunos da Crial encenaram uma peça de teatro, e o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo abrilhantou com algumas das suas danças no encerramento do capitulo. Seguiu-se um almoço de confraternização para todos os participantes no Salão Moinho de Vento

sábado, 16 de Maio de 2009

Nas Margens do Tejo no Cine-Teatro de Almeirim dia 30 Maio ás 21h30



Nas margens do rio Tejo - à espera da maré-cheia, no mar do esquecimento” foi o tema do Sarau com o qual o Círculo Cultural Scalabitano comemorou o seu 54.º aniversário, nos últimos meses de 2008. O sucesso do espectáculo e a crítica muito favorável do público obrigou à reposição do evento agora em Maio, em Santarém no Teatro Sá da Bandeira a 10 de Maio e no Cine-Teatro de Almeirim no próximo sábado, dia 30 de Maio, a partir das 21h30.
Este é um espectáculo de reencontros com as suas raízes culturais, do Rio com a Campina; das gentes da Borda d‘Água com os senhores da lezíria; do verde dos campos com o azul do Tejo… O Coro, a Orquestra Típica Scalabitana, o Veto Teatro Oficina, a Dança e Esgrima Artística e Desportiva, secções e departamentos que se juntaram num invento que contou ainda com uma parceria artística diversa, como sejam ranchos folclóricos e uma banda de música, tendo estado em pal-co mais de cento e setenta pessoas, conseguindo, numa en-cenação de grande rigor e equilíbrio, levar o público numa viagem ao encontro de vidas do Ribatejo, desde a vertigem do fandango, ao resfolegar do toiro, ao canto Avieiro.
São parceiros nesta organização do Circulo Cultural Scalabitano, a Banda Filarmónica da Sociedade Instrução e Cultura Musical da Gançaria, Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Grupo Académico de Danças Ribatejanas, Rancho Folclórico do Vale de Santarém e Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo. Texto e Encenação de José Ramos, Poemas de Luís Nazareth Barbosa. Cada ingresso custa 5 euros e pode ser adquirido previa-mente no Posto de Turismo do Município, Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo ou na Bilheteira do Cine-Teatro no próprio dia.

Vai Nascer Museu Etnográfico e do Traje em Benfica do Ribatejo

Vai Nascer Museu Etnográfico e do Traje em Benfica do Ribatejo



O Executivo da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo liderado por Amândio Freitas eleito nas listas da CDU, apresentou em sede de Assembleia de Freguesia uma proposta para adaptação do Mercado Municipal da vila a Museu.



Na sessão ordinária de Assembleia que reuniu a 30 de Abril último, os deputados presentes aprovaram por unanimidade a proposta da CDU que poderá enriquecer não só a vila mas toda a freguesia com um equipamento cultural capaz de preservar a história e a memória colectiva da sua população. Em tempos repleto de agricultores, comerciantes e pescadores na venda dos seus produtos, o mercado municipal datado da década de 30 é hoje um espaço praticamente deserto sem dinamismo nem capacidade atractiva. Amândio Freitas defende:«o que importa é que este espaço tenha vida e o Museu bem dinamizado, pode ser um espaço com vida.












No próximo mês vamos reunir com a população, porque queremos que aqueles que se interessam e gostam participem para que o Museu Etnográfico e do Traje de Benfica do Ribatejo seja identificado como uma memória das vivências e tradições de todos e não só de alguns».



Em nome do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, o presidente Ricardo Casebre declarou ao jornal " Almeirinense"que, tendo em conta, os seus objectivos e responsabilidade no respeito pela cultura e preservação da tradição da população de Benfica, a Associação que preside, e que preserva as tradições orais e culturais da Freguesia á 30 Anos, está disponível para desempenhar um papel activo no sentido de apoiar quer na recolha do património quer na identificação dos usos, costumes e trajes, tendo já na sua posse algum espólio recolhido sem que tenha tido até agora possibilidade de o expor em público, por falta de um local próprio para o efeito.

In " Jornal Almeirinense"

sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Domingo, dia 17 no Capítulo da Confraria


A Confraria Gastronómica de Almeirim realiza no próximo dia 17 de Maio o seu capítulo anual. Este ano é dedicado ao vinho e vai homenagear as Adegas Cooperativas do concelho, onde se inclui a Adega Cooperativa de Benfica.

A cerimónia de entronização é reservada aos convidados da Confraria e restrita aos confrades de todo o país que vêm domingo de manhã à terra da sopa da pedra.

O Rancho Folclórico de Benfica de Ribatejo vai estar presente para um momento de folclore durante a cerimónia de entronização.

segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Final do Campeonato Futebol Inatel, 1 de Maio 2009

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quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Video Gala Internacional - TV4Semanas

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terça-feira, 28 de Abril de 2009

Gala Internacional de Benfica do Ribatejo foi um Sucesso


25 de Abril com folclore Internacional em Benfica do Ribatejo.

Depois do sucesso registado no primeiro Festival Internacional de Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim, o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo volta a presentear a sua população e todos os amantes do folclore de qualidade e enquanto manifestação cultural com um serão preenchido pela diversidade multicultural e um encontro de culturas único. Bei Goa em representação da Província e do povo de Timor, o Ballet Tradicional Kilandukilu em representação de Angola contribuiram para uma gala internacional que assinalou os 30 anos de vida do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.
E se a cor, o brilho e o som exótico dos instrumentos timorenses encantaram pela singeleza e graciosidade dos movimentos, a força e a alegria dos sons africanos foram o prato principal numa manifestação cultural que abriu com uma recriação etnográfica da cultura avieira das margens do Tejo, um retrato dos pescadores do Tejo que vindos de Vieira pararam nas Faias e nos Cucos e por aqui fizeram vida até aos dias de hoje.
Trajado com rigor, Benfica do Ribatejo apresentou-se totalmente avieiro e dançou com a qualidade que se lhe é sempre exigida.
Passaram ainda pelo palco dois grupos de grande valor no folclore, as Macanitas de Tercena da região da Estremadura em representação das tradições saloias e Varziela, Felgueiras com a riqueza inconfundível dos trajes minhotos. Presentes na iniciativa, Amândio Freitas, presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo que enalteceu a iniciativa e entregou uma lembrança da Junta a cada grupo participante.Francisco Maurício, Pedro Pisco dos Santos e Manuela Cunha, vereadores da Câmara Municipal de Almeirim subiram também ao palco numa manifestação de apoio à iniciativa. No jantar que antecedeu a Gala marcaram também presença o presidente da autarquia, José Sousa Gomes e os vereadores Joana Batista e José Carlos Silva.Na noite onde nem faltaram os parabéns ao pároco da freguesia,Diamantino Marques, aniversariante no dia 25 Abril, esteve também no apoio à Gala, o Grão Confrade João Paulo Simões da Confraria Gastronómica de Almeirim. De registar ainda a distinção que o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo fez a Manuel Branco, conhecido como Manuel Narciso, um elemento da tocata do grupo de muitos anos que para além de executante assíduo e dedicado é um ser humano de qualidades elevadas e reconhecidas por todos os que têm o privilégio de privar de perto com ele.
A Gala contou com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo,Câmara Municipal de Almeirim, Caixa de Crédito Agrícola Ribatejo Sul,Hortopaços, Compal. O Rancho Folclórico agradece ainda a todos os voluntários que ajudarama concretizar a Gala do 25 de Abril.

quinta-feira, 16 de Abril de 2009

segunda-feira, 13 de Abril de 2009



Um ano depois eles estão de volta. O grupo angolano Kilandukilu está de volta a Benfica do Ribatejo para participar na Gala Internacional do 25 de Abril. quem assitiu aos espectáculos do Festival de 2008 não consegue esquecer o brilho, a cor e a magia deixada pela dança e música deste grupo.

sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Festival avieiro com pouco público mas cheio de cor


Abrimos o encontro do folclore avieiro no Cais da Vala em Salvaterra de Magos.
Com a toirada marcada para as 17h00 e a procissão dos passos a sair à hora de início do festival, o público acabou por se dividir consoante os seus gostos.
Com sol, mas muito vento e frio à mistura e num palco montado num local bonito e aprazível, o folclore avieiro deu um ar da sua graça e encantou os presentes.
O Rancho de Benfica trajado a rigor, todos avieiros colocou a fasquia alta logo na primeira dança e não desiludiu os presentes. Fomos poucos os que pudemos ir, mas demos o nosso melhor, com alegria, simpatia e ligeireza no pé.
Seguiram-se as peixeiras de leiria e por fim, o grupo da terra, os avieiros do Escaroupim.

sexta-feira, 27 de Março de 2009

Em Salvaterra no Mês da Enguia


O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo dança este domingo às 15h00, no Cais da Vala em Salvaterra de Magos.
O Espectáculo de Folclore está inserido no programa cultural do Mês da Enguia que termina a 31 de Março e conta com a presença do Rancho Folclórico "Os Avieiros" do Escaroupim, Rancho Folclórico "Peixeiras de Vieira" e o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.
Este é um especáculo que vai promover o encontro da cultura avieira em palco, numa demonstração única das tradições dos pescadores do Tejo.

terça-feira, 10 de Março de 2009

Festival Internacional 25 Abril 2009 / Intercalar para Festival Internacional de 2010


Inserido nas Comemorações do 30º Aniversário do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, realiza-se dia 25 de Abril de 2009,no Pavilhão Desportivo Municipal de Benfica do Ribatejo, uma Gala Especial com a participação de Grupos de Portugal- Angola - Timor.
Servindo esta Gala Internacional o arranque para a logistica do:
Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival - Municipality Almeirim - 22,23,24,25-April 2010 Portugal

segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Ensaios de Captação para novos dançarinos da Escola de Dança do Rancho Folclórico Infantil de Benfica do Ribatejo


Ensaios de Captação para novos dançarinos da Escola de Dança do Rancho Folclórico Infantil de Benfica do Ribatejo dos 4 aos 12.
(13-09-2003 Estreia 2 Escola de Formação do RFBR)
Esta iniciativa visa desenvolver nas crianças o gosto pela etnografia, pela dança e pela música tradicional. Iniciativa que, corresponde ao culminar de todo o trabalho desenvolvido ao longo de 6 anos, e que culminou com a passagem dos elementos adolescentes que em 2003 iniciaram a sua participação no Projecto infantil, indo agora evoluir no Rancho Adulto.(13-09-2003 Estreia 2 Escola de Formação do RFBR)
Iniciando-se assim um novo ciclo em 2009, com a captação de novos valores que no futuro irão preservar as raízes da sua identidade cultural e em especial dos usos e costumes da Freguesia de Benfica do Ribatejo.
Este trabalho irá ser apresentado às Escolas do Ensino Básicas do 1.º Ciclo da Vila de Benfica do Ribatejo, solicitando aos docentes que introduzam no programa curricular a vertente cultural, induzindo nas crianças o gosto pela etnografia, dança, música tradicional e especialmente pelas suas raízes culturais.
(1982-1ª Escola de Formação do RFBR)
É importante para criança para além de aprender sobre a cultura do próprio país, aprender também sobre a cultura da sua freguesia, seus hábitos, seus rituais, suas histórias e lendas, sua culinária e seu modo de vida.Tentar representar e recriar todo um ambiente infantil de algumas décadas atrás onde não existiam as tecnologias que hoje monopolizam os tempos livres das nossas crianças, não poderemos deixar cair no esquecimento as brincadeiras de outras crianças que apenas tinham os seus piões, arco e gancheta, bonecas, jogo das pedrinhas, a corda, macaca o eixo, jogo do lenço, danças de roda e que vão relembrar e preservar memorias orais de outros tempos.

Os Ensaios de Captação para crianças com idade compreendidas entre os 3 e os 12 anos, a decorrer na Sede do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, na Associação Cultural e Desportiva de Benfica do Ribatejo Sala de Ensaios, todas as Sextas Feiras das 21h ás 22h, e Sábados das 16h ás 19h.
Para inscrições ou informações pode contactar os numeros de telefone: 243580786 ou 919423928. ou via Email para RicardoCasebre@hotmail.com

Rancho de Benfica do Ribatejo, Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros na Criação da Rota Avieira


Rancho de Benfica do Ribatejo, Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros na Criação da Rota Avieira

Rota Turística vai ligar Vila Franca à Golegã pelo rio Tejo

O projecto de criação de uma rota turística com base no rio Tejo, apresentado pelos promotores da elevação da cultura avieira a património nacional, foi aceite pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), estando em avaliação.


João Serrano, da Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), uma das instituições envolvidas no processo, disse hoje que o projecto tem um investimento estimado de 27 milhões de euros, envolvendo 39 instituições de todo o país.


O objectivo é desenvolver uma rota turística com base no rio Tejo, ligando a Marina do Parque das Nações à Golegã por vias fluvial, rodoviária e aérea, afirmou.


Para garantir esta acessibilidade, o projecto integra dois aeródromos, o de Santarém e o de Benavente, este com um percurso em dois aviões anfíbios que ligará a Marina do Parque das Nações às aldeias avieiras, disse.


O projecto prevê a recuperação das aldeias avieiras (que acolheram as populações migrantes, sobretudo da Vieira de Leiria, que, nas primeiras décadas do século XX, procuraram no Tejo a subsistência que o mar não lhes dava) desde a Azambuja até à Golegã.

Uma das componentes do projecto é a reconstrução de raiz das aldeias das Faias (em Benfica do Ribatejo, Almeirim), Palhota (Cartaxo), Barreira da Bica (Vale de Figueira, Santarém) e Caneiras (Santarém) e a recuperação de algumas casas palafitas no núcleo da Azinhaga (Golegã) e Azambuja, disse João Serrano.


Do consórcio que assina o projecto fazem parte 18 empresas e investidores, as Universidades de Aveiro e Évora, os Institutos Politécnicos de Santarém e Tomar, o Instituto de Arte, Design e Marketing de Lisboa e o Instituto Hidrográfico, além da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) e sete câmaras municipais.


Estão ainda envolvidas as paróquias de Vale de Figueira, que quer ver recuperado o altar e a talha, do início do século XVIII, da sua igreja, e a de S. Vicente do Paul (ambas do concelho de Santarém), que tem já em curso um investimento para acolhimento de caminheiros da Rota Mariana que quer alargar ao turismo.


O projecto insere-se no esforço para elevar a candidatura avieira a património nacional, um processo que, segundo João Serrano, este ano passará pela realização de diversas iniciativas que visam dar visibilidade à cultura avieira, como a peça de teatro que está em cena no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e que tem esgotado a sala.


Segundo disse, actualmente estão em curso 16 estudos, o primeiro dos quais a ser publicado até ao final de Março abordando a questão da religiosidade popular avieira, que vão fundamentar a candidatura a património nacional.


Estes estudos, antropológicos, etnográficos e sociológicos, vão acompanhar a evolução da candidatura nos próximos três anos, adiantou.


Os promotores da candidatura avieira aguardam ainda resposta do ministro da Cultura a um pedido de audiência, já que fazem questão de lhe apresentarem o projecto, acrescentou.


Para Novembro está a ser preparado o I Congresso Nacional da Cultura Avieira, onde será feito o ponto de situação da candidatura e apresentados os resultados de alguns estudos.



quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo em participação no Sarau Anual Comemorativo do 54º Aniversário do Círculo Cultural Scalabitano


2008-12-07 2008-12-22

Sarau Anual Comemorativo do 54º Aniversário do Círculo Cultural Scalabitano - "Nas Margens do Rio Tejo"

Dias 12, 13 e 19 de Dezembro, às 21h30, e dias 14 e 21, às 16h00, no Teatro Sá da Bandeira.


À espera da maré cheia, no mar do esquecimento.

Espectáculo musical, evocativo da vida árdua dos Avieiros, com intervenção da Orquestra Típica Scalabitana, Coro do Círculo Cultural Scalabitano, Veto Teatro Oficina, Departamento de Dança do CCS e Sala D`Armas do CCS, com a parceira artística da Banda Filarmónica da Sociedade Instrução e Cultura Musical da Gançaria, Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Grupo Académico de Danças Ribatejanas, Rancho Folclórico do Vale de Santarém e Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo. Texto e Encenação de José Ramos, Poemas de Luís Nazareth Barbosa

(Teatro) (Duração) 145´c/intervalo (Classificação) M12 (Preço) 5 euros

Bilhetes à venda no Círculo Cultural Scalabitano (telf: 243321150)

Nos dias de espectáculo, 2 horas antes do seu início, no Teatro Sá da Bandeira

http://www.circuloculturalscalabitano.pt/


Sarau Anual Comemorativo do 54.º Aniversário do C.C.S.
"Nas Margens do Rio Tejo"
À espera da maré cheia, no mar do esquecimento.

domingo, 7 de Dezembro de 2008


Brochura dos 20Km de Almeirim - Destacou a Preservação Cultural do Concelho de Almeirim
















Foto 1935/40 Mercado Benfica do Ribatejo

OBJECTIVOS

Os objectivos do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo são:

1 – Preservar a cultura popular da freguesia de Benfica;
2 – Representar e dignificar condignamente o folclore do Concelho de Almeirim e da
Região do Ribatejo;
3 – Ser fiel depositário das memórias orais;
4 – Apresentar o trajar, costumes, usos, cantos, danças e formas de socialização da década compreendida entre 1925 / 1935.

HISTÓRICO
Benfica do Ribatejo está situada no concelho de Almeirim, distrito de Santarém, Província do Ribatejo, situada no centro sul de Portugal, nas margens do rio Tejo.
O período temporal que representamos (1925/35) é caracterizado por uma agricultura quase rudimentar, onde imperava uma forte mão-de-obra na sua grande maioria feminina, predominando a cultura da vinha, trigo, centeio, olival e do arroz. Nos tempos actuais as culturas predominantes são a vinha, o tomate, o melão havendo também outro tipo de culturas mas não tão representativas.
A palavra RANCHO vem precisamente dos ranchos dos trabalhadores rurais, isto é, do conjunto das pessoas que trabalhavam a terra, como por exemplo a vindima, a monda, a apanha da azeitona entre outros. Este termo ainda hoje é empregue para as pessoas que trabalham na agricultura.
Desta forma, no ano de 1955 surge o primeiro rancho folclórico do concelho de Almeirim, precisamente em Benfica do Ribatejo, pela mão do grande folclorista ribatejano Celestino Graça, designando-se por Rancho Folclórico dos Pescadores de Benfica do Ribatejo. Este grupo era formado exclusivamente por pescadores pois o pensamento folclórico da altura apontava para grupos apenas com um traje e não com vários.
A formação deste grupo foi feita através da recolha de memórias orais da comunidade piscatória da zona dos Cucos, Faias, Isabelinhas e Oliveirinhas, destacando-se as melodias da Valsa Danada, Cor Tão Bela e Cigana.
Com a guerra colonial portuguesa, e porque a comunidade piscatória é muito unida o referido grupo cessou a sua actividade nos anos sessenta, no entanto no ano de 1979 o grupo é reactivado por um grupo de benfiquenses, adoptando então o nome de Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.
Com a reactivação introduziram-se novos trajes, danças, pois para além do reportório dos pescadores foi feita nova recolha de memórias orais, desta feita junto das pessoas que trabalhavam na agricultura.
Estas características tornam o grupo actual um digno representante do folclore ribatejano, apresentando um reportório que retrata a vida do trabalhador do campo e do pescador do Tejo.

É membro, desde a sua fundação, da Federação Portuguesa de Folclore.

Filiado no INATEL como Centro de Cultura e Desporto.

Membro da Unesco - C.I.D – International Dance Council.

No plano internacional destacamos as participações nos seguintes eventos:

1983 – Festival internacional de Billingam (England)

1986 – Festival internacional de Apiro (Italy)

e 1993 – IV e V festivais mundiais de danzas folkloricas de Palma de Maiorca (Spain)

1996 - Saga do Mandorllo in Fiorre Agrigento - Sicilia

2002 – 3rd International Cukture and Art Festival of Bűyűkçekmece (Turquey)

2003 e 2005 – IX e X festivais mundiais de danzas folkloricas de Palma de Maiorca (Spain)

2006 V.International County-Wandering Festival Hungria Julho de 2006

2006 English Miscellany Festival– Londres - St Albans Inglaterra Julho de 2006

De referir que o grupo alcançou alguns prémios nestes festivais ao nível da dança, canto e traje.


PORQUE SE DANÇA DESCALÇO?

A década representada pelo grupo caracteriza-se socioeconomicamente por um período de recessão económica, associado a tempos de escassez alimentar e de dinheiro, pois estava-se no período compreendido entre a 1ª e 2ª Guerras Mundiais para além das convulsões na vizinha Espanha.
É importante registar que deste período existem poucas fotografias para documentar o nosso trajar, mas das poucas que se tem as pessoas de uma forma geral encontram-se descalças.
Desta forma e através dos testemunhos orais, as pessoas de então tinham pouco dinheiro e desse pouco a grande maioria era para comida sobrando quase nada, daí que tinham de poupar no calçado assim como na própria roupa que era usada até estar completamente rota. Dado o tipo de calçado utilizado pelas mulheres, os tamancos de pau, estes não eram adequados para dançar na terra batida daí que se descalçassem para dançar, havendo uma por outra que o fizesse. Os referidos tamancos também eram utilizados no Inverno para irem e virem do trabalho, andando a trabalhar descalças.

TIPOS DE DANÇA

A nossa região caracteriza-se por diferentes tipos de dança sendo estes:

1 – Verde Gaio – a dança mais característica do Ribatejo, caracterizada por um sapateado forte, normalmente escovinhado, próprio das gentes que trabalham nas planícies do Ribatejo, onde alinha do horizonte está longe e é necessário calcorrear grandes distâncias, fortalecendo assim as pernas dos bailadores. De todas as danças, esta é a que tem maior ligação à terra, pois pode tornar-se rude como as pessoas que lavram e semeiam os campos. Neste tipo o grupo apresenta as seguintes danças: “Corre-corre”, “Este verde gaio é meu”, Verde gaio de Sta Marta”, “Abracinho da Ti Leonor”, “mondas” e “Olaré Siu”;

2 – Vira – segundo a tradição, o vira nasceu no norte do país e foi gradualmente descendo pelo mediante as imigrações da população. No entanto o vira do Ribatejo, segundo os estudiosos da matéria, é um vira afandangado e não um vira puro como no Minho, na medida em que no Ribatejo o vira tem estribilho, o que não sucede na outra região.
O vira tem marcação simples, com o compasso ternário, cadenciado, transporta os bailadores para outro plano onde o bambolear dos braços transmitem alegria à dança simples. Neste tipo apresentamos: “vira picado”, “bate o pé no chão”, “tu tens uma cor tão bela”, “vira da fonte santa”, “à sombra da cana”, “morena “, “rendilheira”, “as rolinhas”, “vira do pescador”, “velho marinheiro”, “vira das saias” e “saudades”;

3 – Bailarico – o bailarico é uma dança simples onde homem e mulher dançam frente a frente, olhos nos olhos, entregues a uma certa volúpia e as cantigas são quase sempre ao desafio, entrando-se em tom de brincadeira na forma de conceber os versos. Apresentamos: “bailarico dos pescadores”e “bailarico dos foros”;

4 – Fadinho – dança de roda, batida de frente com o par, geralmente com um ritmo mais lento e outro mais rápido. O compasso é marcado pelo estalar dos dedos em ritmo certo e cadenciado. Braços levantados até à altura dos ombros e pernas firmes no sapateado, demonstram ser uma dança de terra. dançamos: “fadinho das lezírias”, “ó minha rica tia Maria” e “ceifeiras”;

5 – Modas de Roda – estas modas são as mais simples, bucólicas, que surgem no folclore, pois derivam da simplicidade dos bailadores, com compassos simples, onde quem não tinha grande jeito para dançar entrava.. em qualquer local se faziam as rodas, para isso bastava que as raparigas o quisessem, projectando a voz nascia a melodia e com ela a dança. A simplicidade destas rodas constata-se nas danças recolhidas, sendo estas: “laranjinha”, “cigana”, “ò cara linda”, “assim é que é”, “água da ribeira”, “as borboletes”, “à volta do rio”, “trai lari lo lé”, “tecedeira”, “rola o pombo”, “o galo saiu à rua” e “bandeio”;

6 – no entanto há outras danças e cantares no Ribatejo que não se enquadram em estilos definidos. Tem-se música de inspiração erudita e outra que foi ficando por aculturação. No entanto não deixam de ser ribatejanas pela força imprimida no tocar, dançar e cantar. Deste tipo temos “passo largo”, “moda a dois passos”( de inspiração erudita), “valsa danada”, “fado da pouca pressa” e “fandango”(deriva de um aculturação da vizinha Espanha).
Cada dança tem a sua própria melodia, assim como versos inspirados nas coisas simples do dia a dia ligadas ao trabalho, embora a grande maioria se refira de males do coração, são como um desfiar de mágoas por não ser correspondido no amor. Torna-se difícil fazer uma descrição de cada melodia pois estas traduzem estados de alma.
Convém salientar que os bailes no antigamente eram responsáveis pelo inicio dos namoros, uma vez que durante o trabalho apenas havia uma troca de olhares e quando se chegava ao baile é que se falava e era permitido ao homem solteiro agarrar-se a uma mulher.

TRAJES

O trajar em Benfica do Ribatejo no período que retratamos caracteriza-se pelo vermelho da saia de castorina das campinas, no entanto temos vários trajes começando pelas mulheres temos:

- Campina de domingo – lenço vermelho ou amarelo com ramages ou de caixiné, casaco de “rabo de bacalhau”, avental de popeline bordado ou de rendas, saia de castorina vermelha com pregas ou favos de mel junto ao cós, saiote branco, colotes, nos pés tamancos ou chinelas.

Tem-se outras variações deste traje, que era usado por um número reduzido de mulheres, as mais abastadas, as quais usavam meias de carapuço e saias plissadas com outras cores. As mulheres mais pobres trajavam com saia de riscado ao domingo pois não tinham posses para comprar uma saia de castorina.

- pescadora de domingo – chapéu de felpo, lenço de caixiné, blusa com corpete, avental de sarja bordado, saia de lã da praia aos quadrados, saiote, colotes brancos, canos de lã brancos, nos pés tamancos de pau..

- campina de trabalho – lenço liso de diferentes cores, casaco de “rabo de bacalhau”, avental de riscado, saia de riscado, saiotes de várias cores, colotes, canos e tamancos. No Inverno utilizavam uma saia de embrulhar ou das costas.

- lavadeira - lenço liso de diferentes cores, casaco simples, avental de riscado, saia de riscado, saiotes de várias cores, colotes e tamancos.

- pescadora de trabalho – chapéu de felpo, lenço liso, blusa com corpete, avental e saia de riscado com risca larga, saiotes de várias cores, canos de lã brancos e tamancos.

O homem era mais discreto no trajar, normalmente de cotim, no entanto na nossa região o que mais se destaca é a farda do campino de gala.( Farda entregue pelos Quintas para representação oficial das mesmas nas mais importantes cerimonias, desfile de gado da Casa festas etc etc.

- campino de gala – barrete verde com orla em vermelho, camisa banca com peitilho ou bordada, jaqueta e calção de fazenda azul, colete vermelho, cinta vermelha, meias brancas e sapato de atanado com esporas.

- camponês domingo – barrete preto, camisa branca com peitilho, colete preto, cinta preta, calças com polaina, sapatos com salto”à prateleira”.

- abegão – chapéu de aba larga preto, jaqueta preta com alamares, camisa branca com peitilho, cinta preta, calças com polaina e sapatos de atanado com esporas.

- lavrador – chapéu de aba larga preto, jaqueta e colete preto, camisa branca, gravata preta, cinta preta, calças com polaina e sapatos com salto à prateleira.

- pescador de domingo – barrete preto, camisa aos quadrados, cinta de lã, calças de cotim ou pretas , nos pés tamancos de pau.

- campino de trabalho – barrete verde com orla em vermelho, colete de cotim, camisa de riscado com peitilho, cinta vermelha, calças com polaina, sapatos com esporas.

- camponês de trabalho – barrete preto, colete de cotim, camisa de riscado, cinta preta, calças com polaina, sapatos com salto “à prateleira”. Neste caso ainda havia um outro tipo de traje que variava deste no colete que passava a ser de zuarte, em vez de calças usava ceroulas e não utilizava sapatos mas sim tamancos.

- pescador de trabalho – barrete preto, camisa aos quadrados, cinta de lã preta, ceroulas e tamancos.

quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Faleceu António Mendes Ex Presidente da JF de Benfica do Ribatejo

Faleceu António Mendes Ex Presidente da JF de Benfica do Ribatejo

Foi com enorme consternação, que a noticia foi recebida pelos elementos do Rancho Folclórico de Benfica doRibatejo, o sofrimento dos Ultimos meses de vida de um Homem Bom tinha finalmente chegado ao fim... "FALECEU O ANTÓNIO MENDES", amigo deste Grupo, onde a sua menina a Catarina,dança desde criança...

... Transportou durante anos, como motorista das Ambulâncias de Benfica do Ribatejo, centnas e centenas de doentes, foi o conforto de muitos na hora da partida.. Partiu um homem Bom, que merece ser recordado...

Até Sempre Amigo, António Mendes...

PARA LEMBRAR

SECÇÃO: O poder local aqui tão perto

26 Out 2004, 22:19h
António Mendes, autarca de Benfica do Ribatejo e agente funerário

Na junta com os vivos, na profissão com os mortos


É um homem simples, que não tem feitio nem jeito para ser político. É assim que se define António Mendes, que cumpre o segundo mandato, eleito como independente pelo PS, à frente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim.
António Mendes, antes de ser presidente, já tinha tido contacto com a autarquia. Durante sete anos foi condutor das ambulâncias da junta. Actividade que lhe proporcionou o contacto com muita gente e algumas amizades que ainda preserva.


Começou a trabalhar aos 11 anos, depois de ter feito a quarta classe, num armazém de adubos em Benfica do Ribatejo. Hoje, com 57 anos, o homem que nasceu em Cortiçóis é agente funerário. Uma profissão onde se sente bem, apesar de em criança ter a mania de querer ser electricista.

Os mortos não o assustam. Costuma vesti-los e prepará-los para os funerais. Pior são alguns vivos. António Mendes não gosta de pessoas complicadas, que reclamam por tudo e por nada. Mas ao seu jeito de pessoa simples, amável, ouve toda a gente e tenta resolver os problemas de todas as pessoas.

Para além da junta de freguesia e da actividade profissional, que já lhe ocupam muito tempo, o autarca tem ainda a seu cargo 9 hectares de vinha. A maior parte das uvas vão para a adega cooperativa de Benfica, mas o autarca faz sempre em casa cerca de 3 mil litros.

Gosta de ter sempre uma pinga caseira para oferecer aos amigos e para dar a pessoas a quem deve favores. Preza um bom petisco, mas não é pessoa de andar sempre nos cafés ou em farras com os amigos. Apesar de ser produtor e de gostar do néctar da região, passa semanas que não bebe um copo.

O autarca, que diz não ter jeito para aldrabices, gosta do ar puro, do cheiro do campo, da sensação de liberdade. É ele que faz as podas da vinha, as curas e na vindima é quem leva as uvas para a adega.

Já foi doente pelo Benfica, o clube de futebol, e foi muitas vezes ao estádio da Luz. Agora anda mais afastado das andanças do futebol, principalmente por causa das promiscuidades que se sentem no sector.

Caracteriza-se como um “mãos largas”. Se conseguir, faz tudo para satisfazer um pedido. Anda sempre a correr, facto que o tem impedido de caçar. Todos os anos tira a licença, mas há uma década que não dispara um tiro das suas três espingardas.

Já esteve em Macau, onde foi tropa em 1970. Passou por Timor e pela costa africana. Para além disso já foi à Madeira e a Espanha. Não é homem de andar a viajar. É mais um homem de acção e de trabalho. E só vai parar quando não tiver forças.

domingo, 27 de Julho de 2008

Delegação de Benfica do Ribatejo integra comitiva

Lançamento Oficial da Cultura Avieira a Património Nacional

Representantes do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo e Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros neste projecto integram comitiva neste LANÇAMENTO OFICIAL

O projecto de candidatura da cultura avieira a património nacional foi oficialmente lançado no sábado, 19 de Julho, com um percurso marítimo a bordo do varino Liberdade, cedido pela câmara municipal de Vila Franca de Xira. O objectivo foi dar a conhecer, de perto, a realidade do grande estuário do Tejo e da cultura avieira existente entre Lisboa e Valada, no Cartaxo

sábado, 5 de Julho de 2008

Rancho dá provas de grande vitalidade...


O festival internacional de folclore de Benfica do Ribatejo, que acabou por se estender às quatro freguesias do concelho de Almeirim, foi a grande prova do dinamismo e da actual capacidade de mobilização do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo (RFBR). Durante quatro dias, de 24 a 27 de Abril, passaram por Almeirim cerca de 300 elementos de grupos etnográficos vindos da Inglaterra, Grécia, Itália, Turquia, Senegal, Índia, Jordânia e Finlândia, a que se juntaram todos os agrupamentos folclóricos de Almeirim, numa organização que, em termos logísticos, reuniu perto de 150 colaboradores. A Assembleia Municipal distinguiu o trabalho e a dedicação dos envolvidos com um louvor atribuído por unanimidade e aclamação.

“Além de ser o maior evento que já realizámos, o festival foi um grande sucesso que valorizou bastante o folclore no concelho e projectou a imagem de Almeirim de uma forma bastante positiva”, declara, em jeito de balanço, Ricardo Casebre, actual responsável do RFBR. “Houve muitas coisas que nos surpreenderam pela positiva, como o facto de muitos miúdos que nem gostavam ou sequer conheciam o folclore, hoje estarem a pedir para dançar no rancho de Benfica e quererem fazer parte dele”, exemplifica. Ricardo Casebre não esconde o desejo de repetir a experiência, “talvez em 2010, porque este tipo de festival tem uma estrutura tão pesada que torna quase impossível realizá-lo anualmente”.
Fundado em 1979, o RFBR dá continuidade ao antigo Rancho Folclórico dos Pescadores de Benfica do Ribatejo, fundado em 1955 pela mão de Celestino Graça. Tal como o seu antecessor, o actual rancho tem como missão apresentar e valorizar historicamente o trajar, costumes, usos, cantos, danças e formas de socialização da década compreendida entre os anos de 1925 e 1935. “Tentámos recuperar e preservar as músicas e os trajes dos pescadores da época, e adicionámos os trajes e as danças típicas da lezíria ribatejana e da charneca”, explica o presidente do rancho, que conta, neste momento, com cerca de 40 elementos. “E temos também o rancho folclórico infantil de Benfica do Ribatejo, que é uma escola de formação para o rancho adulto”, acrescenta Ricardo Casebre.

Envolver o rancho em actividades que o aproximem da comunidade tem sido um dos principais objectivos de Ricardo Casebre, que salienta que “este grupo está bastante dinâmico e tem muita vontade de fazer as coisas acontecer”. O RFBR, que até tem por objectivo preservar a cultura piscatória ancestral ligada à faina no rio Tejo, está a participar activamente no projecto de candidatura da cultura avieira a património nacional. “Estamos envolvidos na recuperação de alguns caminhos vicinais e agrícolas, e gostávamos de recuperar a antiga aldeia avieira que existiu junto a Benfica”, explica Ricardo Casebre.

In Rota das Freguesias : http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=d2ddea18f00665ce8623e36bd4e3c7c5&id=da442cb1a3877a9688991ca4880bf573&drops[drop_edicao]=152&drops[drop_edicao]=152

terça-feira, 1 de Julho de 2008

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo actuou no dia da Cidade

23 Jun 2008, 18:01h
Festas de Almeirim animaram a cidade


Folclore, marchas populares e concertos encheram os jardins da Biblioteca Municipal de Almeirim durante as festas da cidade de Almeirim que terminaram este domingo. Na zona das tasquinhas milhares de pessoas apreciaram os variados petiscos característicos da região assim como as farturas e o pão com chouriço.

sábado, 21 de Junho de 2008

Festival em Destaque na Imprensa Regional

Semanário Independente "REGIÃO DE RIO MAIOR"

Medalha de Honra da Vila de Benfica do Ribatejo

O Presidente do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo,Ricardo Casebre, agraciado com a Medalha de Honra da Vila de Benfica do Ribatejo ,pelo trabalho desenvolvido na área do "Associativismo Colectivo".

segunda-feira, 12 de Maio de 2008

quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Proposta de Louvor aprovada por unanimidade

5.06.2008

A Assembleia Municipal de Almeirim reconheceu a iniciativa, o trabalho e a dedicação ao Festival Internacional de Folclore que deliciou os almeirinenses de todas as freguesias entre 24 e 27 de Abril.
A proposta de louvor foi uma iniciativa da CDU partilhada por todas as facções partidárias com assento na Assembleia:
«A Assembleia Municipal de Almeirim louva a alegria a que fomos prendados pela iniciativa e desempenho de todos os envolvidos neste grande evento. Agradecimento muito especial, às pessoas e aos Ranchos envolvidos,trabalharam arduamente, deixando os seus afazeres pessoais para nos apresentar um rol de actividades muito atractivas e apreciadas por todos.
As nossas raízes muito bem cuidadas, com muita dedicação, muita tradição, jamais esquecidas e sendo representadas por vários grupos,os quais nos orgulham. Foi com muito agrado que assistimos ao folclore internacional, uma iniciativa extraordinária para o nosso concelho, votos para que continuem. O nosso folclore hoje aqui, amanhã pelo mundo fora, tradições, trajes, danças, músicas, espalhando cultura. Bem haja ao folclore!»

sábado, 3 de Maio de 2008

Este festival teve a qualidade que lhe foi exigida


Fernando Pessoa, esse ilustre poeta, escreveu: “Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce!” Esta foi a prova de que ele tinha toda a razão!...Excelente, Espectacular, Fantástico, Maravilhoso…Assim foi o balanço feito pelos Grupos estrangeiros presentes no I Festival Internacional de Folclore de Almeirim. Estes foram alguns dos adjectivos utilizados pelos chefes de cada grupo interna-cional presente no Festival que animou o concelho nos dias 24, 25, 26 e 27 de Abril. O I Festival Internacional de Folclore de Almeirim, que teve como principal anfitrião o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, foi considerado por todos um grande êxito, “Este Festival teve a qualidade que lhe foi exigida”, foram algumas das palavras proferidas no discurso de encerramento pelo presidente da Câmara Municipal de Almeirim, José Sousa Gomes e opinião partilhada também pelos presidentes das Juntas de Freguesia do Concelho: Fazendas de Almeirim, Benfica do Ribatejo e Raposa. Na Gala que teve lugar na Praça de Toiros de Almeirim, ficou ainda a promessa de um segundo Festival Internacional que esperamos que venha a concretizar-se…se tudo depender dos muitos voluntários que ao longo de quatro dias participaram no evento em nome da amizade entre povos e partilha de experiências e culturas, a segunda edição será certamente uma Realidade.

domingo, 27 de Abril de 2008

Festival Internacional de Folclore de Benfica do Ribatejo

GALA DE ENCERRAMENTO OCORRE HOJE 27 ABRIL
a partir das 16H - Local Praça de Touros de Almeirim



Vestidos a rigor com os trajes tradicionais do seu país, os grupos convidados do primeiro festival internacional de folclore de Benfica do Ribatejo desfilaram pelas ruas de Almeirim depois de terem sido recebidos nos paços do concelho.

O Festival decorre até ao próximo domingo, 27 fechando com uma Monumental Gala de Encerramento na Praça de Touros de Almeirim, antecedido por um desfile pelas ruas da Cidade de Almeirim, estando o inicio do desfile agendado para as 15h30 desde os Paços do Concelho até á Praça de Touros.
De salientar que para alem da actuação dos Grupos Internacionais presentes neste Festival, haverá a participação dos Grupos do Concelho Parceiros da Organização deste Festival realizado para todo o Concelho pelo Rancho Folclórico de Benfica do RibatejoFestival Internacional de Folclore de Benfica do Ribatejo

Festival na recta final


O Festival continua a animar o Concelho, após a Cerimónia de Abertura no Salão Nobre de Almeirim no passado dia 24 de Abril, seguiu-se uma primeira Gala onde foi possível assistir à apresentação de todos os Grupos presentes no Festival: Grécia, Finlândia, Itália, Inglaterra e Jordânia.
Por motivos alheios à Organização, os agrupamentos da Turquia, Índia e Senegal não puderam estar presentes, uma vez que não conseguiram os vistos da parte da Embaixada Portuguesas nos países respectivos.
Relativamente ao grupo Italiano, os mesmos, após lapso na marcação de viagem de regresso, acabaram por abandonar o Festival antecipadamente.
A grande surpresa do Festival está a ser, para além do maravilhoso intercâmbio cultural, o Grupo Profissional de Angola, que de alguma forma estão a fazer as delícias dos habitantes anfitriões. Um grupo cheio de energia e boa disposição.
O 25 de Abril comemorou-se por todas as freguesias do Concelho; Grécia e Angola em Fazendas de Almeirim, Jordânia em Almeirim, Finlândia na Raposa e Inglaterra em Benfica do Ribatejo.
O dia terminou com uma grandiosa II Gala que se realizou no Pavilhão dos Cortiçóis, onde a grande afluência mostrou o dinamismo das “Gentes Ribatejanas”.
No último dia, 26 de Abril, os agrupamentos voltaram a visitar as várias freguesias do concelho, na Raposa assistimos a um momento de dança proporcionado pelos dançarinos de Angola, vindo até junto do público e ensinando um pouco das suas tradições, onde as idades foram esquecidas e ninguém recusou um passinho de dança.
Em Fazendas de Almeirim, os Ranchos Infantil e Adulto de Fazendas de Almeirim, bem como o vizinho de Paços dos Negros abriram “as hostes” para um final apoteótico entre jordanos e os vários presentes, todos em conjunto num só palco, numa união de culturas.
A noite, acabou uma vez mais na Associação de Benfica, claro, com muita música à mistura!

sexta-feira, 25 de Abril de 2008

TEVE INICIO O FESTIVAL INTERNACIONAL

A Cidade de Almeirim, recebeu hoje 24 de Abril, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Almeirim as delegações participantes no Festival Internacional que teve hoje o seu Inicio no Cine teatro da Cidade.






A animação teve logo lugar no átrio da Câmara Municipal com a animação dos grupos, seguio-se a cerimónia e Jantar de boas vindas no Salão Moinho de Vento.





Pelas 21h30 teve inicio a Gala de Apresentação dos Grupos Participantes.



4.23.2008
Abertura da Exposição "O Mundo aqui tão perto" na Galeria Municipal de Almeirim


Teve esta noite lugar a abertura da Exposição "O Mundo aqui tão perto" na Galeria Municipal de Almeirim. O evento que dá o pontapé de saída para o Festival Internacional de Folclore do concelho de Almeirim teve o seu inicio as 18.00 e vai estar patente ao público até 27 de Abril.



Quarta-Feira, Amanhã, dia mundial do livro, pelas 18h00, a Câmara Municipal apresenta no Salão Nobre dos Paços do concelho, a Cronologia de Almeirim, de Jorge Custódio. O evento conta com a música dos "Carmen antiqua". A noite é de animação no páteo da Câmara com as Tunas Académicas de Santarém e fados ribatejanos. Quinta Feira, a noite é de gala com a abertura do Festival Internacional de Folclore, às 18h00 na autarquia.



Mais à noite, 21h00, a cerimónia de abertura abre com o Orfeão de Almeirim, seguida de uma passagem dos grupos internacionais pelo palco. Sexta-feira, dia 25 de Abril, nas 4 freguesias terão lugar desfiles, convívios, apontamentos de folclore, em paralelo com actividades desportivas, recreativas e de animação organizadas pelas Juntas de Freguesia, câmara Municipal, clubes desportivos e associações do concelho.O dia termina com o desfile dos grupos internacionais em Benfica do Ribatejo, acompanhados pela Fanfarra dos Bombeiros Municipais de Coruche, e os campinos a cavalo; após desfile segue-se a Gala no Pavilhão Desportivo da Freguesia.



Sábado à noite, dia 26, as sedes das quatro freguesias vão ter o seu festival de folclore com a actuação dos grupos internacionais acompanhados dos grupos do concelho.

Domingo, dia de encerramento do festival, o desfile será em Almeirim. A concentração será no parque das laranjeiras, com os grupos internacionais, os grupos folclóricos do concelho, a Fanfarra dos Bombeiros, os campinos as deslocarem-se em cortejo até à Praça de Toiros para a Gala de Encerramento.



As entradas para todos os eventos são gratuitas, apenas condicionadas às lotações onde terão lugar os eventos de interior.



sexta-feira, 11 de Abril de 2008

Governador Civil confirma presença no Festival

O Governador Civil de Santarém já confirmou ao Secretariado do Festival que vai estar presente na recepção oficial que estamos a preparar para os Grupos Internacionais, no final da tarde de 24 de Abril.
Oito Grupos Folclóricos oriundos dos Quatro Cantos Do Mundo (Finlândia, Grécia, Índia, Inglaterra, Itália, Jordânia, Senegal e Turquia) acompanhados por cinco Ranchos Almeirinenses (Benfica, Paço dos Negros, Fazendas, Raposa e Almeirim) irão envolver a Vila de Benfica do Ribatejo e todo o Concelho de Almeirim durante 4 dias no imenso colorido das suas mais ricas roupagens e diversificadas tradições.
São mais de 300, os participantes no Festival, que vêm ao Concelho de Almeirim dar brilho ao 1º Festival Internacional de Folclore de Benfica do Ribatejo.
As populações do concelho de Almeirim vão sair à rua e receber, como tão bem o sabem fazer, estes autênticos baluartes da etnografia das suas regiões e países de origem, dignos representantes de outros Povos e de outros Continentes, honrando com a sua presença o 25 de Abril e fazendo deste Festival a grande Festa da Amizade, da Tradição e da Cultura Popular.
A realização de desfiles, workshops e espectáculos nas diferentes Freguesias do Concelho traduzir-se-á na partilha de usos e costumes entre a população em geral, os agentes culturais, os Grupos Folclóricos do concelho e os seus visitantes.
Durante 4 dias Benfica do Ribatejo, o Concelho de Almeirim e o próprio Distrito de Santarém na sua mais rica pluralidade, vão ter a oportunidade de mostrar ao mundo do folclore, o brilho e a cor da sua paisagem, a qualidade da sua gastronomia, a riqueza da sua cultura, a simpatia do seu povo, enfim, a alegria e o dinamismo do Ribatejo.
Os Almeirinenses vão receber como só os Ribatejanos sabem fazer!
Este vai ser o momento em que o nosso Povo vai falar abertamente de si, o momento em que se revela verdadeiramente na sua mais pura e autêntica expressão de ser e viver.

Santarém, Abril de 2008

Paulo Fonseca
Governador Civil do Distrito de Santarém

"O Mundo aqui tão perto"


Em nome do Secretariado do Festival Internacional de Folclore a decorrer em todo o concelho de Almeirim entre 22 e 27 de ABril, cabe-nos desde já agradecer a todos os representantes de entidades presentes na conferência de imprensa:
Vereadores José Carlos Silva e Manuela Cunha
Presidentes de Junta de Freguesia: Joaquim Sampaio, Manuel Bastos Martins, Amândio Freitas, José David Gouveia
Representantes do folclore do concelho: Guilherme Simões, Manuel Lourenço, José Manuel

Comandante António Joaquim Maximiano da GNR de Almeirim
João Paulo Simões, Grão Confrade da Confraria Gastronómica de Almeirim



Veja o Video em: http://tv4semanas.ficheirospt.com/042008/festival_folclore.html

quarta-feira, 9 de Abril de 2008

“ Porque o Mundo Está Aqui Tão Perto”


Em nome da Direcção do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, (Grupo Anfitrião e Organizador deste Festival), vamos dar as boas vindas a todos aqueles que nos visitam, nesta primeira edição do Festival. Acreditamos nas nossas gentes, e na forma de bem receber a que nos habituaram e temos a certeza que todos aqueles que durante estes 4 dias nos visitarem, vão ficar impressionados com a nossa alegria.
Grupos vindos dos 4 cantos do Mundo vão embelezar com as suas tradições e colorido dos seus trajes, todos os Lugares do Concelho de Almeirim. Vamos sentir-nos no centro do Mundo, “ Porque o Mundo Está Aqui Tão Perto”, Tema da Exposição Temática, que inaugurou este evento, num Mês em que nós, Portugueses, celebramos a “LIBERDADE”!

As danças folclóricas a que vamos assistir, concentram nos seus movimentos, expressões e cores tradicionais adquiridas pelas várias culturas aqui representadas ao longo de séculos.
Ao assistirmos às coreografias apresentadas, por cada grupo, contemplamos a beleza das suas culturas e fazemos uma viagem pelo tempo.

Dançar é também dar movimento a muitos aspectos de uma Cultura, as danças reflectem aspectos do dia a dia de várias gerações, a concepção do amor ,a visão religiosa dos povos e são tão diversas como os povos que lhes dão origem.

Para finalizar, um agradecimento sincero a todos aqueles que tornaram possível a realização desta manifestação cultural realizada para todo o Concelho de Almeirim.
Ao Exm. Sr. Presidente da CMA, por ter acreditado no projecto, ao Exm. Sr. Vereador da Cultura pelo dinamismo e empenho na concretização deste Festival, a Susana Costa Cordenadora incansável do Secretariado do Festival, aos Presidentes das Juntas de Freguesia de Benfica do Ribatejo, Almeirim, Fazendas de Almeirim e Raposa, aos Ranchos Folclóricos pela recepção aos Grupos participantes. E para finalizar a todos os elementos do Secretariado, Guias, Voluntários, Staff e Elementos do RFBR.

A Direcção,
Ricardo Casebre – Presidente RFBR
Irene Sequeira – Secretária
Clara Casqueiro – Tesoureira
Cristina Costa – Directora
Leopoldina Branco – Directora
César Sequeira - Director

segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Programa Festival Internacional no Jornal Folclore

domingo, 6 de Abril de 2008

Conferência de Imprensa Apresentação Festival Internacional





terça-feira, 25 de Março de 2008

terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Vereador da Cultura da CMA promove Festival Internacional de Folclore de Benfica do Ribatejo / Concelho de Almeirim


Vereador da Cultura da CMA promove Festival Organizado pelo Rancho de Benfica do Ribatejo, na Net.

domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, parceiro no Projecto Candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional.







Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, parceiro no Projecto Candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional.
Na FIL / NAUTICAMPO - Trajes e fotos do Rancho de Benfica do Ribatejo, podem ser visualizados no Pavilhão 2 no Stand do Centro Náutico Moitense



AS VIDAS RIBEIRINHAS
NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL

A ANMPN em articulação com o CNM – Centro Náutico Moitense, vão preparar um stand e organizar uma conferência, na qual daremos especial enfoque ao papel das “Vidas Ribeirinhas na Construção da Identidade Nacional”.


Sobre o stand, o qual pretendemos que venha a constituir um espaço de convívio e de troca de informação entre os nautas e demais stakeholders do sector, daremos oportunamente mais informação. Hoje vamos focar-nos apenas no Programa da Conferência que terá lugar do Auditório localizado no Pavilhão 2, bastante próximo do local que nos foi atribuído para o stand.

Nauticampo – FIL Parque das Nações – 16 de Fevereiro 2008

18:00
O Projecto de Candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional.


Dr. João Serrano – AIDIA (Associação Independente Desenvolvimento Integrado de Alpiarça)
As migrações Avieiras dos séculos XIX e XX fazem parte de um fenómeno nacional inserido num outro mais vasto, europeu.
As migrações devem ser consideradas como um acontecimento social e cultural relevante, por representarem a acção do homem colocado perante condições adversas de sobrevivência.
A apresentação do projecto de candidatura da cultura Avieira a património nacional focará estes aspectos no contexto da importância da preservação da nossa memória colectiva e do contributo desta cultura para a construção da identidade nacional.

O download do programa pode ser efectuado no seguinte endereço :
http://www.anmpn.pt/eventos/2008/Imagens/Conferencia_ANMPN_CNM_Nauticampo_2008.pdf



Site: http://www.anmpn.pt/eventos/2008/eventos20080122.htm

quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008

sábado, 29 de Dezembro de 2007

Concurso de Pesca - Inserido nas Actividades de Promoção ao Festival Internacional

Neste Concurso inscreveram-se 52 Pescadores, entre os quais importa Destacar a Presença da Unica Mulher em Competição, A Actual Campeã do Mundo de Pesca Desportiva " Exmª Srª Virginia Ferreira"

Realizou-se hoje 29 Dezembro, na Barragem dos Patudos em Alpiarça o 1ºConcurso de Pesca Desportiva, Organizado pela Secção Desportiva do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Inserido nas actividades de Promoção ao Festival Internacional de Benfica do Ribatejo.




sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival 24,25,26,27- Portugal


Este projecto é um dos pontos altos da programação cultural do Concelho de Almeirim, concebido para ser integrado nas comemorações do 25 Abril 2008, reunindo grupos vindos de diferentes partes do mundo, e envolvendo uma série de actividades: desfiles, noites de gala, animações de rua, ateliers de dança, workshops envolvendo a população local, animação infantil, etc.

A Primeira edição deste Festival contará com a participação de 5 a 9 grupos estrangeiros, com uma média de 30 pessoas por grupo, e quatro grupos nacionais que durante 3 dias irão envolver a Vila de Benfica do Ribatejo (e não só) no colorido das suas tradições.

Quebrando as barreiras de raça, credo ou ideologia, grupos vindos dos quatro cantos do mundo celebram a paz entre os povos através da música e da dança. O Folclore, como expressão das culturas tradicionais, revela o que cada povo tem de único e diferente - a sua identidade.
O Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival , quer provar aos habitantes de Benfica do Ribatejo, e em especial a todos os que visitarem este evento que se realizara por todo o concelho de Almeirim, a magia do encontro daqueles que preservam e mantêm vivas as suas raízes - a sua herança cultural.

É de verdadeira festa, no seu sentido mais puro e genuíno, que estamos a falar! Durante 3 dias e em representação de 5a 9 países, mais de 300 artistas, entre músicos, bailarinos e figurantes, irão encher o Concelho e a Vila (e não só) de uma alegria contagiante, partilhando com a população a sua forma de sentir o folclore.

http://festfolclorebenficaribatejo.blogspot.com/

http://BenficadoRibatejoInternationalFolkdanceFestival.wordpress.com/

RFBR Membro do CID - Conselho Internacional de Dança – Unesco



Estimados amigos, a nossa missão está em marcha... Uma tarefa árdua, e consciênte das dificuldades que terão de ser ultrapassadas,e as barreiras do pessimismo.
Estamos certos que muito trabalho já foi feito,mas muito falta fazer, e só com o empenho e a ajuda de toda a Sociedade Civil do Concelho de Almeirim, será possivel dar a grandeza que este evento merece.
Estamos certos que as populações de Almeirim, Fazendas de Almeirim, Raposa, Paços dos Negros e Benfica do Ribatejo Freguesias onde irá decorrer o Festival, vão sair á rua e receber como tão bem o sabem fazer, Povos com outras Culturas e fazer deste Festival uma Grande Festa de Amizade e Partilha de Costumes..
Contamos com todos os habitantes do Concelho de Almeirim, para apoiarem esta Grandiosa Manifestação Cultural, a realizar em Abril de 2008.
Sendo este o evento idealizado para assinalar as Comemorações do 25 de Abril.

A Direcção da Associação Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo com a parceria da Câmara Municipal de Almeirim e a colaboração de grandes instituições do concelho, com as quais se estão a desenvolver parcerias, está a organizar o evento " Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival" a realizar de 24-25-26 a 27 Abril 2008", tendo por base a participação de 5 a 9 Grupos de Folclore Estrangeiros, de alto nível de representatividade, sendo alguns desses grupos profissionais, com comitivas compostas por 30/35 componentes.
Este evento, irá decorrer em Benfica do Ribatejo e todo o Concelho de Almeirim com particular Incidência na Cidade de Almeirim.
O Secretariado deste evento, convidou e agregou á organização, personalidades de todo o Concelho e alguns de outros pontos do País, por serem neste tipo de evento uma mais-valia, para que os diversos sectores sejam altamente qualificados para tão exigente organização.
Pretendemos engalanar Benfica do Ribatejo e o Concelho de Almeirim, para que este evento tenha a capacidade de mobilizar a sociedade civil, tornando este festival apetecível e prestigiante a nível internacional, reforçando assim a sua continuidade.
Estamos a organizar a Brochura Oficial (Livro) do Festival, com o programa, que irá ser enviado aos grupos e distribuída pelo público durante todo o evento.

quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Natal 2007

segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

Jantar de Natal 22 Dezembro de 2007



A Direcção do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, ofereceu aos seus elementos e amigos, um Jantar de Natal com a presença do Sr. Presidente da Câmara Sousa Gomes, Vice Presidente Pedro Ribeiro e o Vereador da Cultura José Carlos..
Nos discursos de encerramento quer por parte do Presidente do Rancho Folclórico Ricardo Casebre,do Presidente da Junta e do Sr. Presidente da Câmara, todos agradeceram de diferentes formas o empenho de todos os elementos, Direcção e demais colaboradores, deste Rancho apelando a um empenho e dedicação para a concretização do grande sonho para 2008 em que tanto a Junta de Freguesia como a Câmara Municipal se colocaram inteiramente ao lado deste Rancho para que o Festival Internacional de Folclocre seja uma realidade.
Foram também presenças notadas o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo e Secretário. O Secretário e Tesoureiro da Associação de Socorros Mútuos e ainda os elementos do Secretariado do Festival Internacional de Folclore 2008, que todos podemos considerar como fazendo parte da grande familia que é o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.
Foi uma noite à moda antiga, com um jantar confecionado de forma tradicional por elementos do próprio grupo, que permitiu a todos reviver um passado que queremos preservar

domingo, 9 de Dezembro de 2007

LUTO no RFBR


EM MEMÓRIA DE ANTÓNIO e NATÁLIA MARQUES

7 Dezembro de 2007

É com profundo pesar, que a Direcção do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, informa todos os seus amigos, que a dor nos bateu á porta, na sexta feira 7 Dezembro uma trágica noticia foi recebida.
Quis o destino, que essa noticia fosse dada, quando os elementos do RFBR, iniciavam o ensaio geral para o espectáculo de variedades,que se iria realizar no dia 8 Dezembro(Hoje),a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

O António e a Natália Marques, Faleceram num brutal acidente de viação a caminho da Nazaré,eles são e serão sempre 2 elementos fundadores do RFBR,e tiveram uma importancia vital na vida deste Grupo,tanto como dançarinos,como amigos, o António Marques continuará a ser sempre um dos nossos melhores Fandanguistas e foi durante anos nosso ensaiador.

Quis o Destino que a sua morte fosse trágica... Mas a sua vida será eterna no seio deste Rancho...
"Nos encontraremos um dia onde Deus quiser,para dançarmos juntos uma ultima vez"

Nota:OS FUNERAIS Realizam-se dia 11 Terça-Feira, ás 11h00 Saida das Urnas da Igreja de Benfica do Ribatejo para o Cemitério em Benfica do Ribatejo.

As Urnas vão estar em Camara Ardente na Igreja de Benfica do Ribatejo dia 10 Dezembro a partir das 18h até ao dia seguinte.

quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Sábado 24 Novembro


Exmos Srs.
Está a decorrer no nosso Concelho, uma Campanha a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro, intitulada “ Uma Dia pela Vida”.O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo,criou uma Equipa de Trabalho intitulada, “ Rancho de Benfica e Amigos” com o objectivo de participar e realizar várias iniciativas de angariação de fundos para esta mesma Campanha.
No próximo Sábado, dia 24 de Novembro, vai ter lugar,na Associação Cultural e Desportiva de Benfica do Ribatejo, uma recepção a um Grupo de Folclore da Roménia “Centrul Cultural Mehedinti”, pelo Rancho Infantil e Adulto de Benfica do Ribatejo,Os 3 grupos vão actuar durante a noite, numa promoção ao Festival Internacional de Folclore de Benfica do Ribatejo em Abril 2008, inserida numa iniciativa da Campanha:“ Um Dia Pela Vida” .Convidamos assim os Exm.Srs. Encarregados de Educação, a estarem Presentes comos vossos filhos, familiares e amigos nesta iniciativa a partir das 20h.
Os Portugueses, em especial as pessoas da nossa Freguesia são reconhecidas, pelo seu jeito de Receberem bem quem nos visita.

APELAMOS á vossa comparência nesta iniciativa, para mostrarmos uma bonita moldura humana, em torno de 1causa justa e iniciativas, em prol da Vida.Temos a certeza que podemos contar com todos.
Compareça e Traga os Amigos, Ajude quem precisa, dando um pouco do Tempo de
“Um Dia da sua Vida” a quem necessita. Apoie uma BOA CAUSA.

segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Rancho de Benfica do Ribatejo Cria Grupo de Amigos para Angariação de Fundos na Campanha "Um dia Pela Vida"


Equipa Rancho de Benfica e Amigos

É uma Equipa de trabalho criada, pelo Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo e pelo Secretariado do Festival Internacional de Folclore de Benfica do Ribatejo Abril de 2008, para angariação de Fundos na Campanha "Um Dia pela Vida", a decorrer no Concelho de Almeirim até 15 de Março de 2008.

Agenda "Um Dia pela Vida"

1. SEDE. O Movimento da Liga Portuguesa Contra o Cancro lançado em Al-meirim no passado dia 28 de Outubro no Cine-Teatro está já instalado na Praça da República, nas antigas instalações da Farmácia Mendonça. A sede tem as suas portas abertas todas as manhãs para esclarecimento de dúvidas. 2. BLOGUE. Para além da sede física na cidade, o movimento já inaugurou o seu blogue na Internet destinado a informar todos os voluntários, as equipas que entretanto estão já formadas e dar a conhecer as suas actividades ao longo destes meses. A partir de agora poderá aceder ao blogue do movimento de Almeirim em http://almeirimum diapelavida.blogspot.com/ 3. ARCO-IRIS. A equipa Arco-Iris tem uma quermesse em funcionamento num dos espaços envolventes a Praça de Toiros. Com o principal objectivo de angariação de fundos, a equipa esta a trabalhar no sentido de manter uma venda dinâmica sobretudo ao fim-de-semana. 4. RANCHO DE BENFICA E AMIGOS. A equipa de Benfica do Ribatejo, Rancho de Benfica e Amigos esta a preparar um espectáculo de angariação de fundos para o dia 8 de Dezembro. Vai decorrer na Associação Cultural e Recreativa de Benfica do Ribatejo. Vai ter folclore, danças de salão e momentos de humor. 5. JANTAR. No próximo dia 28 de Novembro, terá lugar no Salão Moinho de Vento um jantar de apresentação das equipas do concelho. Esta já confirmada a presença de José Cid para a noite que se espera ser de festa.
11/14/2007 Jornal Almeirinense

sábado, 17 de Novembro de 2007

Secretariado do Festival Iniciou Funções e lançou Blog

http://festfolclorebenficaribatejo.blogspot.com/
Secretariado do Festival Iniciou Funções e lançou Blog

Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival 24-25-26-27 Abril 2008

A Direcção da Associação Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo com a colaboração de grandes instituições do concelho de Almeirim com as quais se estão a desenvolver parcerias, está a organizar o evento " Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival" a realizar de 24-25-26 a 27 Abril 2008", tendo por base a participação de 5 a 9 Grupos de Folclore Estrangeiros, de alto nível de representatividade, sendo alguns desses grupos profissionais, com comitivas compostas por 30/35 componentes.

Este evento, irá decorrer em Benfica do Ribatejo e em todo o Concelho de Almeirim, com particular incidência na Cidade de Almeirim.
O Secretariado deste evento, convidou e agregou á organização, personalidades de todo o Concelho e alguns de outros pontos do País, por serem neste tipo de evento uma mais-valia, para que os diversos sectores sejam altamente qualificados para tão exigente organização.


Pretendemos engalanar Benfica do Ribatejo e o Concelho de Almeirim,para que este evento tenha a capacidade de mobilizar a sociedade civil, tornando este festival apetecível e prestigiante a nível nacional e internacional, reforçando assim a sua continuidade em futuras edições.

Este projecto é um dos pontos altos da programação cultural do Concelho de Almeirim, concebido para ser integrado nas comemorações do 25 Abril 2008, reunindo grupos vindos de diferentes partes do mundo, e envolvendo uma série de actividades: desfiles, noites de gala, animações de rua, ateliês de dança, workshops envolvendo a população local, animação infantil, etc. .
Quebrando as barreiras de raça, credo ou ideologia, grupos vindos dos quatro cantos do mundo celebram a paz entre os povos através da música e da dança. O Folclore, como expressão das culturas tradicionais, revela o que cada povo tem de único e diferente - a sua identidade. O Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival, quer provar aos habitantes do Concelho de Almeirim, e em especial a todos os que visitarem este evento, a magia do encontro daqueles que preservam e mantêm vivas as suas raízes - a sua herança cultural.

Patrocinador Oficial
É de verdadeira festa, no seu sentido mais puro e genuíno, que estamos a falar! Durante 4 dias e em representação de 5 a 9 países, mais de 300 artistas, entre músicos, bailarinos e figurantes, irão encher o Concelho e a Vila de uma alegria contagiante, partilhando com a população a sua forma de sentir o folclore.

domingo, 4 de Novembro de 2007

Á Procura de Dançarinos de Palmo e Meio...

Crente de que são os mais novos de hoje que garantem o futuro de amanhã, a Direcção do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo está a desenvolver esforços no sentido de captar novos elementos para o Grupo Infantil.




Aos Sábados á tarde, a partir das 17h00 as portas da sede da Associação Recreativa e Cultural de Benfica do Ribatejo, vão estar abertas para os mais pequenos que quiserem aprender a dançar, fazer novos amigos e descobrir a importância das suas raizes culturais.

quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Rancho de Benfica do Ribatejo pela 2ª vez consecutiva no Aniversário da Televisão SIC

O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, vai participar dia 6 de Outubro,a convite da SIC,na Festa de Aniversário, que esta estação de Televisão organiza pela 2 vez consecutiva.

BEM-VINDO À PARADA SIC 15 ANOS!

Se perdeu o ano passado, dia 6 de Outubro deste ano não pode passar em branco! Depois de um retumbante sucesso com cerca de 100.000 pessoas a assistirem e 2.500 participantes contabilizados na primeira edição, está aí a 2ª Parada da Sic que desfilará mais um ano na Avenida da Liberdade, durante 6 horas de emissão em directo, com a presença das caras mais famosas da estação, mais elefantes, tigres e jibóias, balões gigantes e palhaços. Para completar muita, muita música. Não falte, contamos consigo!

HORÁRIO DA PARADA:
14:00 / 23:00








segunda-feira, 13 de Agosto de 2007

Programa - Portugal Azul da RTP1

O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, foi convidado pela produção da RTP,a participar com as suas danças e cantares,no Programa Portugal Azul da RTP 1, que foi realizado e transmitido em directo na passada sexta-feira,dia 3 de Agosto, a partir das 10h, no Largo do Seminário em Santarém. PORTUGAL AZUL
Entretenimento
SANTARÉM
Nº 15 de 18
A visita da televisão a todos os portugueses de norte a sul do país...


A RTP vai levar a cada uma das capitais de distrito do País uma exposição itinerante sobre os 50 ANOS DE TELEVISÃO EM PORTUGALEnquanto a exposição estiver nesse distrito, haverá uma emissão em directo conduzida por Carlos Ribeiro, Isabel Angelino, João Baião e Serenella Andrade que pretende dar visibilidade a essa região do país, e aferir a importância que a RTP teve e tem na vida das suas gentes
Um grande programa de entretenimento com reportagens, entrevistas e a presença de figuras conhecidas da RTP e da nossa sociedade que, de alguma maneira, tenham a ver com cada distrito em particular, a actuação do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo
Serão convidadas caras conhecidas, de diversas áreas, que tenham nascido em qualquer freguesia ou concelho daquele distrito.

Essa pessoa falará da sua terra e da importância que a televisão teve e tem na sua vida
Um velho contador de histórias, divertido, pitoresco, etcNovos talentos em áreas variadas música, teatro, desporto, reinvenção das tradições, etc… Imagens de arquivo, antigas, até a preto e branco, que mostrem aspectos, paisagens ou até reportagens de lugares do distrito que seriam comentadas com os convidados.
Apresentadores:Carlos Ribeiro, Isabel Angelino, João Baião e Serenella Andrade

sexta-feira, 10 de Agosto de 2007


http://benficadoribatejointernationalfolkdancefestival.wordpress.com/

terça-feira, 24 de Julho de 2007

XXVIII FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE VARZIELA



XXVIII FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE VARZIELA
XVIII DA CIDADE DE FELGUEIRAS
Decorre no dia 28 de Julho, na Casa de Pedra Maria, Varziela, pelas 22h00 o XXVIII Festival Internacional de Folclore de Varziela.


Programa:

18h00 - Concentração dos grupos participantes em frente à Casa de Pedra Maria - Varziela.
20h00 - Desfile Etnográfico da Igreja de Pedra Maria até ao local do Festival.
21h30 - Recepção em Varziela com a presença de entidades e personalidades convidadas.
Entrega de Lembranças. Hastear das respectivas Bandeiras ao som dos Hinos Nacionais.
22h00 - Festival Internacional de Folclore

Grupos Participantes:
• Rancho Folclórico de Varziela - Felgueiras - Entre-Douro e Minho
• Rancho Folclórico de Ourondo - Covilhã - Beira Baixa
Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo - Ribatejo• Grupo Folclórico “A Rusga de Arcozelo” - Vila Nova de Gaia - Douro Litoral
• Rancho Folclórico de Fafe - Baixo Minho
• Grupo Etnográfico Terras de Cambra - Macieira de Cambra - Entre-Beira Litoral e a Beira Alta
Grupo de Danças Doña Urraca - Zamora - Espanha

Locutor Convidado: Fernando Rocha

sábado, 19 de Maio de 2007

Banner1
Site Policia Judiciária Portuguesa http://www.pj.pt/

domingo, 6 de Maio de 2007

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo - Encerra Encontro Anual do ESPID , no Porto

25th Annual Meeting of the European Society for Paediatric Infectious Diseases – ESPID, Porto, Portugal, May 2 – 4, 2007
In http://www.kenes.com/ESPID/

terça-feira, 27 de Março de 2007

Rancho Folclórico De Benfica do Ribatejo na Gala Zurich


No sábado 24 de Março o RFBR foi convidado a actuar na Gala Zurich que decorreu na Estufa Fria em Lisboa num ambiente de grande animação e com excelentes apontamentos dos artistas convidados..
O Momento alto da Tarde foi a surpresa que a Organização reservou para a apresentação do espectáculo... Catarina Furtado que entrou a dançar com o RFBR, provocando uma imensa surpresa a todos os convidados

sábado, 10 de Março de 2007

Ensaios RFBR

Ensaio RFBR - Preparação Digressão a Itália de 30 Maio a 4 Junho Festival Internacional de Agropoli-Salerno


















Empenho,gosto,dedicação,união as chaves para o sucesso da preservação da nossa identidade cultural...
Esta é a Grande Familia do RFBR
Ensaio 9 Março 2007 RFBR Adulto

terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007

Mostra Etnográfica

quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

XII World Folkdance -Festival Mundial de Danses Folklóriques Palma de Mallorca 10-14 Abril 2007











O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo
Vai representar Portugal e o Concelho de Almeirim pela 5 vez,neste Festival Mundial de Folclore de 10 a 14 de Abril de 2007...Um dos maiores Festivais de Folclore do Mundo.


Resultado do Sorteio "Viagem a Palma de Maiorca"





terça-feira, 19 de Dezembro de 2006

Votos de um FELIZ NATAL e um próspero ANO NOVO




"Usos e costumes da freguesia de Benfica do Ribatejo"Recriação de momentos ludicos





"Usos e costumes da freguesia de Benfica do Ribatejo"





domingo, 10 de Dezembro de 2006

Imagens da criação do Cenário : I Mostra Cultural de Etnografia e Folclore realizado no dia 9 Dezembro 2006 Pavilhão Almeirim





Imagens Cenário da I Mostra Cultural de Etnografia e Folclore realizado no dia 9 Dezembro 2006 Pavilhão Almeirim





sábado, 2 de Dezembro de 2006

Digressão Turquia 2002

I Mostra Cultural de Etnografia e Folclore

I Mostra Cultural de Etnografia e Folclore

“Usos e costumes da Freguesia de Benfica do Ribatejo”

Local: Almeirim
Pavilhão Alfredo Bento Calado

Sábado 9 de Dezembro 2006 -Inicio 21h00

Programa

Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo
( Numa apresentação da Lezíria e Charneca em Dias de Festa)


Rancho Folclórico Casa do Povo de Almeirim


Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo
( Numa representação das épocas entre 1920/1940, em dias de trabalho)
(Leziria-Charneca –Bord água)


Grupo de Danças e Cantares Besclore


Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo
Numa representação exclusiva dos Pescadores do Tejo (1955)
(Trajes domingo ou dias de festa)


DURANTE O ESPECTÁCULO, SERÃO SORTEADOS
PELOS BILHETES DA ASSISTENCIA 10 CABAZES DE NATAL
NÃO FALTE A ESTA GRANDIOSA MOSTRA DE ETNOGRAFIA E FOLCLORE E LEVE OS
SEUS FAMILIARES PARA UMA NOITE DE MEMÓRIAS.

RESERVA E VENDA DE BILHETES: Junta Freguesia Benfica do Ribatejo * Posto Turismo * BVA * (e no local evento)

Organização: Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo

Os melhores momentos I

Os melhores momentos II

Preservar a nossa Identidade Cultural

segunda-feira, 27 de Novembro de 2006

I Mostra Cultural de Etnografia e Folclore

I Mostra Cultural de Etnografia e Folclore

“Usos e costumes da Freguesia de Benfica do Ribatejo”

Local: Almeirim
Pavilhão Alfredo Bento Calado

Sábado 9 de Dezembro 2006 -Inicio 21h00

Programa

Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo
( Numa apresentação da Lezíria e Charneca em Dias de Festa)


Rancho Folclórico Casa do Povo de Almeirim


Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo
( Numa representação das épocas entre 1920/1940, em dias de trabalho)
(Leziria-Charneca –Bord água)


Grupo de Danças e Cantares Besclore


Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo
Numa representação exclusiva dos Pescadores do Tejo (1955)
(Trajes domingo ou dias de festa)


DURANTE O ESPECTÁCULO, SERÃO SORTEADOS
PELOS BILHETES DA ASSISTENCIA 10 CABAZES DE NATAL
NÃO FALTE A ESTA GRANDIOSA MOSTRA DE ETNOGRAFIA E FOLCLORE E LEVE OS
SEUS FAMILIARES PARA UMA NOITE DE MEMÓRIAS.

RESERVA E VENDA DE BILHETES: Junta Freguesia Benfica do Ribatejo * Posto Turismo * BVA * (e no local evento)

Organização: Rancho Folclórico Benfica do Ribatejo

quarta-feira, 22 de Novembro de 2006

Por Humberto Nelson Ferrão In " RIBATEJO: do rancho de trabalhadores ao rancho folclórico"

Excerto do Trabalho de Humberto Nelson Ferrão

IV Congresso Português de Sociologia
11
Exposição do Mundo Português (1940); nas Festas do Barrete Verde e das
Salinas (1941); nas Festas do Colete Encarnado (V. F. de Xira); nas Festas dos
Tabuleiros (Tomar); nas Feiras de S. Martinho (Golegã) e de Todos-os-Santos
(Cartaxo) e noutras iniciativas que decorreram sem caracter de regularidade, em
articulação com a Junta de Província do Ribatejo.
Curiosamente, dentre estas, em plena Guerra Mundial, constata-se a
realização da Exposição-Parada Agrícolo-Pecuária de Santarém e da Parada
Folclórica e Cortejo do Trabalho (1940), integradas nas Festas Provinciais do
Ribatejo, que continuaram o “efeito de montra regional”, precedendo
tematicamente a Expo-Feira de Pecuária (1946) e um outro grande momento de
reflexão e envolvência dos líderes e pensadores desta zona no II Congresso
Ribatejano (1947), organizado pela Casa do Ribatejo (1943, Lisboa), agora sob
uma nova e legitimada condição administrativa: a Província do Ribatejo.
Sob a batuta da Junta de Província do Ribatejo, toda a década de 40
assistiu ao desenvolvimento de eventos, ainda que pontuais, mas que foram
impondo uma “lógica da da prática”38 de delimitação e afirmação regional que se
estendeu para a década seguinte com a Feira Franca - Exposição Industrial,
Comercial e Agrícola (1950) e que a Feira do Ribatejo, por iniciativa da Câmara
Municipal de Santarém, veio reforçar, legitimar, devido à sua institucionalização
anual e ao seu redimensionamento, a partir de 1963 - com um âmbito nacional -
posicionando-se, assim, como a charneira das Feiras portuguesas a nível
Internacional: a Feira do Ribatejo (1954) e Feira Nacional de Agricultura (a partir
de 1964).
De facto, a Feira do Ribatejo sintetizou todo um conjunto de interesses e
interessados regionais como expressão anual dos valores, capacidade
organizativa e empreendedora do Ribatejo.
Assente inicialmente nos modelos experimentados pelas Exposições,
Feiras e Paradas de 1926, 1936, 1940, 1946 e 1950, a sua Comissão
Organizadora cedo percebeu a força que esta estrutura regional podia
desempenhar aos mais variados níveis, como montra periódica do
desenvolvimento e visibilidade regional.
E para levar a cabo esta empresa, desde a primeira hora, a Feira do
Ribatejo contou com a determinação e a acção do regente agrícola Celestino
Graça que, a partir da sua 2ª edição, passou a ser o seu Secretário e homemforte
só abandonando esta posição com a demissão de toda a Comissão
Executiva, em Outubro de 1974, no seguimento das contraditórias lutas políticas
internas, emergentes da situação criada no pós-25 de Abril desse ano.
Para além do aspecto principalmente económico em que a Feira se
constituía como um local de compra, venda e exposição de produtos da
Agricultura e da Industria nacionais, ela rapidamente passou a ser também um
forte centro regional de actividades de caracter recreativo-cultural oriundas de um
ribatejanismo que tinha aqui lugar para se expressar em todo o seu esplendor.
Fruto do seu contacto com as variadas terras do Ribatejo, devido à sua
profissão, Celestino Graça (com uma equipa mais ou menos dedicada) foi o
grande impulsionador dos aspectos recreativos com que tinha de animar os
tempos da Feira, para além do aspecto exposicional.
Aqui convém não esquecer que C. Graça é equivalente a Feira do Ribatejo
e foi no primeiro ano desta (1954) que ele viu o Rancho Folclórico “Os Campinos”
da Azinhaga (Golegã), servindo-lhe de estímulo para avançar para outros
horizontes da representação a partir das três sub-regiões do Ribatejo, ou seja,
com o poder de que estava investido como alma mater do certame, ele passa a
defender que o Bairro, a Lezíria e a Charneca devem ter os seus próprios
representantes distintos uns dos outros, encetando dentro das suas
possibilidades, quer a fundação directa de ranchos, quer a sua capacidade de
38. Bourdieu, cit. 36, p. 111.
IV Congresso Português de Sociologia
12
influenciar os amigos e conhecidos estimulando-os a criarem e a dirigirem
ranchos próprios que, entretanto, foram aparecendo. Mas, ao mesmo tempo, para
além desta sub-divisão regional, ele concretiza outro dos seus pensamentos:
“criar em Santarém um grupo que, mercê das condições especificas (estar no
centro), pudesse demarcá-la toda” (à Províncias do Ribatejo)39.
Esta intenção tem objectivos deliberados e mais vastos que se prendem
com a possibilidade da própria Feira ter garantida a oferta de produtos de
animação cultural que lhe permitissem a atractividade das gentes de dentro e de
fora da região e que ela passasse a ser o “palco das grandes lides folclóricas de
Portugal40”.
Neste sentido, Graça começou por fundar um grupo de pescadores
avieiros (1955), de Benfica do Ribatejo (Almeirim), devido à sua grande ligação
profissional com estes “nómadas do rio” Tejo e por ser originário dum lugar da
zona do Bairro, nos limites da cidade, criou o Rancho Folclórico de Graínho e
Fontaínhas (1956). Imbuído deste espirito e para beneficiar da centralidade da
capital de Província, aposta num grupo de âmbito regional a partir do centro ao
fundar também o Grupo Infantil Scalabitano (1956), a partir da festa de anos da
filha, que por vicissitudes várias, passados alguns meses, muda o nome para
Grupo Infantil de Danças Regionais, ao passo que desdobra ainda um segundo
agrupamento, este constituído por jovens estudantes adolescentes, denominado
por Grupo Académico de Danças Ribatejanas, cuja 1ª exibição se dá em 195741
Para além destes, ele entusiasmou novos aparecimentos de grupos ou a
facilidade de um concelho, de uma ajuda, como nos casos de Almeirim, Vale de
Santarém, Azambuja, Cartaxo, Torres Novas, Riachos, Salvaterra de Magos,
Aveiras de Cima, até 1960...
Todos estes e outros ranchos passaram pela Feira do Ribatejo e foram
criados com esse objectivo: servir de cartaz de animação do maior certame
regional, congregando quase um rancho por concelho nos primeiros anos, que ali
se deveriam apresentar.
Devido a esta acção continuada e norteada para a valorização do folclore
regional nos anos subsequentes, aliada à capacidade de tomar decisões nesta
área e por ser um dos intervenientes no meio, houve quem considerasse o
panorama folclórico do Ribatejo (quer dizer ranchos folclóricos) num período
antes e depois de Celestino Graça42.
De facto, há aqui uma intenção regional deliberada de surgimento e
(re)invenção de tradições locais, directamente destinadas ao espectáculo que,
por sua vez, cria novas estruturas de relacionamento social nas comunidades
locais. Estas estruturas - ranchos folclóricos - dão o seu contributo
desinteressado inicialmente, mas cedo percebem que podem usufruir do sistema
vigente de comercialização de espectáculos, aliado à promoção/visibilidade do
seu local de origem, ligado ao turismo vigente e assente num discurso de defesa
da identidade ribatejana.
39 Barreiros, A. Souto, “Celestino Graça e o Povo”, in In Memoriam de Celestino Graça (1914-1975),
Santarém, 1978 (à 7ª página do artigo). Estas ideias também foram confirmadas, em 23/1/99, por Bertino
Coelho Martins, músico que acompanhou Celestino Graça no levantamento de melodias da região, nos
anos 1950/60.
40 Id,, Ibid., (à 11ª página do artigo).
41 Moreira, João, “Os 25 anos do Festival Internacional de Folclore”, in Festival Internacional de Folclore -
Bodas de Prata - Retrospectiva, edição Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo, Santarém, 1983.
Informações várias também recolhidas em entrevista a este “braço direito” de C. Graça, em 24/1/99. Ver
também Barbosa, Luísa Teixeira, Feira Nacional de Agricultura/ Feira do Ribatejo - Retrospectiva -
1954/1988, Edição da Feira Nacional de Agricultura/ Feira do Ribatejo, Santarém, 1988, p.19; e Barreiros,
cit. 39 (páginas 6 a 9 do artigo).
42 Barreiros, cit. 39.
IV Congresso Português de Sociologia
13
Esta movimentação folclórica leva assim ao primeiro grande surto de
ranchos folclórico no Ribatejo que levou a uma tal capacidade de “fazer e de
fazer ver” (Bourdieu) que se alicerçou um complexo cultural e ideológico à volta
duma outra trilogia baseada no Homem (Campino), no animal (touro) e na
geografia (a Borda d’Água, também apelidada por Lezíria) e que outros já tinham
começado por sobre-valorizar através de “um pacto tácito” entre outros três
valores - homem, cavalo e toiro - como símbolo de todas as virtudes ribatejanas
(25/6/38)43.
Ora, se a estas juntarmos a trilogia das sub-regiões da Província - Lezíria,
Bairro e Charneca - parece que ao Ribatejo está acometido uma “unidade
trilógica” que determina a forma como a região é percebida pelo exterior e como
se dá a conhecer, situação que os ranchos folclóricos serviram como perfeitos
meios transmissores.
Emerge aqui um processo de folclorização que veicula e exterioriza uma
ideia da região e do seu património e praticas etnográficas que se projecta nos
destinatários internos e externos, por forma a garantir a representação da sua
imagem-tipo (região e sub-regiões). Passada esta fase de difusão das ideias
regionalistas estamos concordantes em que o processo de folclorização assenta
num “conjunto de rituais remetendo para a imagem idealizada e truncada que o
grupo {(a região)} presume ser a mais congruente com a que sobre si terá
construído o espectador-turista-consumidor”44.
Entretanto, noutra fase bem posterior, este tipo de processo de
folclorização adquire outra roupagem, porque são os próprios agentes do
processo (os ranchos folclóricos) que começam a pôr em causa, pelo menos,
aquele tipo de “imagem idealizada” anteriormente. Abre-se um outro tipo de
processo de folclorização que passa por uma desconstrução/reconstrução das
práticas folclóricas que abrem caminho para uma outra “imagem idealizada” da
região que pretendem substituir e impor à anterior.
Assim, os ranchos folclóricos, como novas estruturas relacionais,
desenvolveram outras práticas que possibilitam uma nova visão regional, pelo
que se têm esforçado e obrigado junto do espectador-consumidor a: por um lado,
desmontar as ideias pré-concebidas na fase anterior e, por outro, mostrar que o
vigente processo de folclorização adquiriu outras nuances, fruto de um maior
investimento no conhecimento deste objecto de estudo, mas continua a manter
um conjunto de rituais dirigidos para a formação de uma imagem ideal e
truncada que os “outros” irão passar a ter da mesma região.
O processo de folclorização surge agora com uma outra gradação
qualitativa, podemos dizer, renovada, embora não perca o essencial da
elaboração relacional indispensável à construção/reconstrução de um processo
identitário “de uma espécie que se considera, é considerada e está em vias de
extinção”45.
DOS RANCHOS DE TRABALHDORES RURAIS ...
Até aqui temos descrito o processo de enquadramento em que os ranchos
folclóricos fizeram o seu aparecimento na região do Ribatejo. Agora analisaremos
mais em pormenor a forma de criação e fundação dos primeiros grupos como
estruturas mais ou menos organizadas, a partir das ideias de valorização
folclórica que aqui foram captadas, apesar da sua profundidade e extensão não
serem muito convincentes senão a partir da década de 50, altura em que se
43 São, António do Monte, “Ribatejo, terra de gente forte e boa”, in Boletim da Junta de Província do
Ribatejo, nº 1 (1937/40), 1940, p. 61.
44 Pinto, cit. 34, p. 219.
45 Id., Ibid.

terça-feira, 21 de Novembro de 2006

Momentos Digressão Inglaterra Hungria 2006

segunda-feira, 20 de Novembro de 2006

Estudo Sócio Cultural - Pesquisa e Recolhas

domingo, 19 de Novembro de 2006

Imagens

BVAlmeirim - "o melhor reconhecimento, "Gratidão"


Create Your Own

Digressão Inglaterra, Hungria 2006


Create Your Own

Escola de Dança - Rancho Folclórico Infantil de Benfica do Ribatejo


O Rancho Infantil funciona como uma Escola de Dança e de Estudo sócio Cultural de Benfica do Ribatejo, para não deixar morrer a tradição e preserver os usos e costumes da nossa Vila .Serve como ocupação dos tempos livres dos mais jovens e como projecto futuro do Rancho Adulto

Reviver as Memórias

sábado, 18 de Novembro de 2006

Artigos Publicados no Jornal Folclore 2006

Jornal Folclore

I Mostra CUltural e Etnográfica de Folclore - Almeirim ( Pavilhão Alfredo Bento Calado) dia 9 de Dezembro de 2006 - 21h00

Urge fazer-se mais, para preservar a nossa identidade Cultural...


Foto 1935/40 Mercado Benfica do Ribatejo
OBJECTIVOS

Os objectivos do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo são:

1 – Preservar a cultura popular da freguesia de Benfica;
2 – Representar e dignificar condignamente o folclore do Concelho de Almeirim e da
Região do Ribatejo;
3 – Ser fiel depositário das memórias orais;
4 – Apresentar o trajar, costumes, usos, cantos, danças e formas de socialização da década compreendida entre 1925 / 1935.

HISTÓRICO
Benfica do Ribatejo está situada no concelho de Almeirim, distrito de Santarém, Província do Ribatejo, situada no centro sul de Portugal, nas margens do rio Tejo.
O período temporal que representamos (1925/35) é caracterizado por uma agricultura quase rudimentar, onde imperava uma forte mão-de-obra na sua grande maioria feminina, predominando a cultura da vinha, trigo, centeio, olival e do arroz. Nos tempos actuais as culturas predominantes são a vinha, o tomate, o melão havendo também outro tipo de culturas mas não tão representativas.
A palavra RANCHO vem precisamente dos ranchos dos trabalhadores rurais, isto é, do conjunto das pessoas que trabalhavam a terra, como por exemplo a vindima, a monda, a apanha da azeitona entre outros. Este termo ainda hoje é empregue para as pessoas que trabalham na agricultura.
Desta forma, no ano de 1955 surge o primeiro rancho folclórico do concelho de Almeirim, precisamente em Benfica do Ribatejo, pela mão do grande folclorista ribatejano Celestino Graça, designando-se por Rancho Folclórico dos Pescadores de Benfica do Ribatejo. Este grupo era formado exclusivamente por pescadores pois o pensamento folclórico da altura apontava para grupos apenas com um traje e não com vários.
A formação deste grupo foi feita através da recolha de memórias orais da comunidade piscatória da zona dos Cucos, Faias, Isabelinhas e Oliveirinhas, destacando-se as melodias da Valsa Danada, Cor Tão Bela e Cigana.
Com a guerra colonial portuguesa, e porque a comunidade piscatória é muito unida o referido grupo cessou a sua actividade nos anos sessenta, no entanto no ano de 1979 o grupo é reactivado por um grupo de benfiquenses, adoptando então o nome de Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo.
Com a reactivação introduziram-se novos trajes, danças, pois para além do reportório dos pescadores foi feita nova recolha de memórias orais, desta feita junto das pessoas que trabalhavam na agricultura.
Estas características tornam o grupo actual um digno representante do folclore ribatejano, apresentando um reportório que retrata a vida do trabalhador do campo e do pescador do Tejo.

É membro, desde a sua fundação, da Federação Portuguesa de Folclore.

Filiado no INATEL como Centro de Cultura e Desporto.

Membro da Unesco - C.I.D – International Dance Council.

No plano internacional destacamos as participações nos seguintes eventos:

1983 – Festival internacional de Billingam (England)

1986 – Festival internacional de Apiro (Italy)
e 1993 – IV e V festivais mundiais de danzas folkloricas de Palma de Maiorca (Spain)
1996 - Saga do Mandorllo in Fiorre Agrigento - Sicilia

2002 – 3rd International Cukture and Art Festival of Bűyűkçekmece (Turquey)

2003 e 2005 – IX e X festivais mundiais de danzas folkloricas de Palma de Maiorca (Spain)
2006 V.International County-Wandering Festival Hungria Julho de 2006

2006 English Miscellany Festival– Londres - St Albans Inglaterra Julho de 2006

De referir que o grupo alcançou alguns prémios nestes festivais ao nível da dança, canto e traje.


PORQUE SE DANÇA DESCALÇO?

A década representada pelo grupo caracteriza-se socioeconomicamente por um período de recessão económica, associado a tempos de escassez alimentar e de dinheiro, pois estava-se no período compreendido entre a 1ª e 2ª Guerras Mundiais para além das convulsões na vizinha Espanha.
É importante registar que deste período existem poucas fotografias para documentar o nosso trajar, mas das poucas que se tem as pessoas de uma forma geral encontram-se descalças.
Desta forma e através dos testemunhos orais, as pessoas de então tinham pouco dinheiro e desse pouco a grande maioria era para comida sobrando quase nada, daí que tinham de poupar no calçado assim como na própria roupa que era usada até estar completamente rota. Dado o tipo de calçado utilizado pelas mulheres, os tamancos de pau, estes não eram adequados para dançar na terra batida daí que se descalçassem para dançar, havendo uma por outra que o fizesse. Os referidos tamancos também eram utilizados no Inverno para irem e virem do trabalho, andando a trabalhar descalças.

TIPOS DE DANÇA

A nossa região caracteriza-se por diferentes tipos de dança sendo estes:

1 – Verde Gaio – a dança mais característica do Ribatejo, caracterizada por um sapateado forte, normalmente escovinhado, próprio das gentes que trabalham nas planícies do Ribatejo, onde alinha do horizonte está longe e é necessário calcorrear grandes distâncias, fortalecendo assim as pernas dos bailadores. De todas as danças, esta é a que tem maior ligação à terra, pois pode tornar-se rude como as pessoas que lavram e semeiam os campos. Neste tipo o grupo apresenta as seguintes danças: “Corre-corre”, “Este verde gaio é meu”, Verde gaio de Sta Marta”, “Abracinho da Ti Leonor”, “mondas” e “Olaré Siu”;

2 – Vira – segundo a tradição, o vira nasceu no norte do país e foi gradualmente descendo pelo mediante as imigrações da população. No entanto o vira do Ribatejo, segundo os estudiosos da matéria, é um vira afandangado e não um vira puro como no Minho, na medida em que no Ribatejo o vira tem estribilho, o que não sucede na outra região.
O vira tem marcação simples, com o compasso ternário, cadenciado, transporta os bailadores para outro plano onde o bambolear dos braços transmitem alegria à dança simples. Neste tipo apresentamos: “vira picado”, “bate o pé no chão”, “tu tens uma cor tão bela”, “vira da fonte santa”, “à sombra da cana”, “morena “, “rendilheira”, “as rolinhas”, “vira do pescador”, “velho marinheiro”, “vira das saias” e “saudades”;

3 – Bailarico – o bailarico é uma dança simples onde homem e mulher dançam frente a frente, olhos nos olhos, entregues a uma certa volúpia e as cantigas são quase sempre ao desafio, entrando-se em tom de brincadeira na forma de conceber os versos. Apresentamos: “bailarico dos pescadores”e “bailarico dos foros”;

4 – Fadinho – dança de roda, batida de frente com o par, geralmente com um ritmo mais lento e outro mais rápido. O compasso é marcado pelo estalar dos dedos em ritmo certo e cadenciado. Braços levantados até à altura dos ombros e pernas firmes no sapateado, demonstram ser uma dança de terra. dançamos: “fadinho das lezírias”, “ó minha rica tia Maria” e “ceifeiras”;

5 – Modas de Roda – estas modas são as mais simples, bucólicas, que surgem no folclore, pois derivam da simplicidade dos bailadores, com compassos simples, onde quem não tinha grande jeito para dançar entrava.. em qualquer local se faziam as rodas, para isso bastava que as raparigas o quisessem, projectando a voz nascia a melodia e com ela a dança. A simplicidade destas rodas constata-se nas danças recolhidas, sendo estas: “laranjinha”, “cigana”, “ò cara linda”, “assim é que é”, “água da ribeira”, “as borboletes”, “à volta do rio”, “trai lari lo lé”, “tecedeira”, “rola o pombo”, “o galo saiu à rua” e “bandeio”;

6 – no entanto há outras danças e cantares no Ribatejo que não se enquadram em estilos definidos. Tem-se música de inspiração erudita e outra que foi ficando por aculturação. No entanto não deixam de ser ribatejanas pela força imprimida no tocar, dançar e cantar. Deste tipo temos “passo largo”, “moda a dois passos”( de inspiração erudita), “valsa danada”, “fado da pouca pressa” e “fandango”(deriva de um aculturação da vizinha Espanha).
Cada dança tem a sua própria melodia, assim como versos inspirados nas coisas simples do dia a dia ligadas ao trabalho, embora a grande maioria se refira de males do coração, são como um desfiar de mágoas por não ser correspondido no amor. Torna-se difícil fazer uma descrição de cada melodia pois estas traduzem estados de alma.
Convém salientar que os bailes no antigamente eram responsáveis pelo inicio dos namoros, uma vez que durante o trabalho apenas havia uma troca de olhares e quando se chegava ao baile é que se falava e era permitido ao homem solteiro agarrar-se a uma mulher.

TRAJES

O trajar em Benfica do Ribatejo no período que retratamos caracteriza-se pelo vermelho da saia de castorina das campinas, no entanto temos vários trajes começando pelas mulheres temos:

- Campina de domingo – lenço vermelho ou amarelo com ramages ou de caixiné, casaco de “rabo de bacalhau”, avental de popeline bordado ou de rendas, saia de castorina vermelha com pregas ou favos de mel junto ao cós, saiote branco, colotes, nos pés tamancos ou chinelas.

Tem-se outras variações deste traje, que era usado por um número reduzido de mulheres, as mais abastadas, as quais usavam meias de carapuço e saias plissadas com outras cores. As mulheres mais pobres trajavam com saia de riscado ao domingo pois não tinham posses para comprar uma saia de castorina.

- pescadora de domingo – chapéu de felpo, lenço de caixiné, blusa com corpete, avental de sarja bordado, saia de lã da praia aos quadrados, saiote, colotes brancos, canos de lã brancos, nos pés tamancos de pau..

- campina de trabalho – lenço liso de diferentes cores, casaco de “rabo de bacalhau”, avental de riscado, saia de riscado, saiotes de várias cores, colotes, canos e tamancos. No Inverno utilizavam uma saia de embrulhar ou das costas.

- lavadeira - lenço liso de diferentes cores, casaco simples, avental de riscado, saia de riscado, saiotes de várias cores, colotes e tamancos.

- pescadora de trabalho – chapéu de felpo, lenço liso, blusa com corpete, avental e saia de riscado com risca larga, saiotes de várias cores, canos de lã brancos e tamancos.

O homem era mais discreto no trajar, normalmente de cotim, no entanto na nossa região o que mais se destaca é a farda do campino de gala.( Farda entregue pelos Quintas para representação oficial das mesmas nas mais importantes cerimonias, desfile de gado da Casa festas etc etc.

- campino de gala – barrete verde com orla em vermelho, camisa banca com peitilho ou bordada, jaqueta e calção de fazenda azul, colete vermelho, cinta vermelha, meias brancas e sapato de atanado com esporas.

- camponês domingo – barrete preto, camisa branca com peitilho, colete preto, cinta preta, calças com polaina, sapatos com salto”à prateleira”.

- abegão – chapéu de aba larga preto, jaqueta preta com alamares, camisa branca com peitilho, cinta preta, calças com polaina e sapatos de atanado com esporas.

- lavrador – chapéu de aba larga preto, jaqueta e colete preto, camisa branca, gravata preta, cinta preta, calças com polaina e sapatos com salto à prateleira.

- pescador de domingo – barrete preto, camisa aos quadrados, cinta de lã, calças de cotim ou pretas , nos pés tamancos de pau.

- campino de trabalho – barrete verde com orla em vermelho, colete de cotim, camisa de riscado com peitilho, cinta vermelha, calças com polaina, sapatos com esporas.

- camponês de trabalho – barrete preto, colete de cotim, camisa de riscado, cinta preta, calças com polaina, sapatos com salto “à prateleira”. Neste caso ainda havia um outro tipo de traje que variava deste no colete que passava a ser de zuarte, em vez de calças usava ceroulas e não utilizava sapatos mas sim tamancos.

- pescador de trabalho – barrete preto, camisa aos quadrados, cinta de lã preta, ceroulas e tamancos.